Não se perdoaria.
Aquele tiro.
Aquele instinto animal que o ataviava.
O riso sarcástico do seu companheiro de armas...
Afinal eram crianças que lhe tinham atirado pedras.
Algumas com arestas e tudo...
E continuavam a atirar-lhe pedras e a insultá-lo.
Pontapeou o cadáver do palestinianozinho enxangue e cuspiu.
Virou-se para o companheiro.
-Bem sei que a forma mais adequada para resolver esta situação era uma granada ofensiva nas costas destes primatas atiradores de pedras... tenho que me concentrar mais nos treinos... Por favor, Gurion, não digas nada ao sargento...