Aquele advogado estava confuso.
Não estava só assustado. Não. Estava atónito.
Preocupava-o mais a natureza humana que o seu pescoço.
Como raio se metera naquela situação?
Rico pescoço... o seu. Naquelas mãos...
De repente o dono das mãos gritou:
-Homem, pequei, errei. Quero ser julgado. Quero ser punido. Deixe-me em paz.
-Calma. É preciso ter calma...
- DEIXE-ME EM PAZ!- Dito isto o dono daquelas mãos caíu no chão, soluçando convulsivamente.
Passado uns tempos foi absolvido...
Recitara todo o Antigo Testamento em tribunal...