Conduzia como um doido varrido.
Por baixo dos seus pés o automóvel comia vorazmente o asfalto.
Contra si corriam céleres árvores, casas, postes.
Passavam-lhe de lado...
Ele continuava a sua marcha forçada sobre cavalos mecânicos.
Furiosamente apitava aos veículos que se interpunham entre si e o seu objectivo.
Ansiava por paz.
Só isso...