Parou à porta antes de entrar.
Nervoso, entrou com o pé direito.
Meditabundo, cofiava a barba na zona do queixo.
Choroso, limpou as lágrimas.
Nunca fora medroso. Mas aquilo era demais...
Levantou-se humilhado.
Logo voltaria noutra altura. Desculpou-se.
Voltou a pedir desculpa e saíu.
Sentia-se cobardemente esfarrapado.
Um dia destes arrancaria aquele dente.
Estava decidido.