'Se eu tivesse um filho heterossexual
enchia-o de porradas.'
(Cantor português
candidato à Presidência da Republica
há uns anos...)
Um homem que fez o 25 de Abril.
Um homem que nunca quis os louros desse acto.
Um homem que deu um lar a milhares de crianças.
Um homem que procura nos pais adoptivos (não necessáriamente casais...) uma casa e um coração para os 'seus meninos'.
Um homem que vence todos os dias burocracias e pequenos poderes para o bem-estar das crianças à sua guarda.
Um homem que luta com coragem na vida civil como lutou na vida militar.
Um homem honesto.
Um homem com obra feita.
Um homem que retirou crianças de casas levadas pela droga.
Um homem que os tem no sítio, é arrastado na lama por diletantes, arrivistas e associações gay.
Já o Vasco Lourenço é um perfeito 'herói de Abril'... está é deficiente (coisas da guerra... e das futeboladas de amigos/camaradas) e é por isso que toda esta esquerda politicamente correcta o poupa... deve ser isso...
´'Villas-Boas é peremptório quando diz que "a criança não deve nunca ser adoptada por homossexuais", porque tal irá interferir com a sua "sexualidade natural". "Tudo o que seja induzir comportamentos que não correspondem à sua condição sexual é um atentado ao direito das crianças", considera. "A adopção é um veículo do exercício do direito à família de uma dada criança", mas "qualquer criança também tem direito ao exercício da sua sexualidade original". Antes de tudo, considera, está "o primado do direito da criança à sexualidade genética": se for mulher, tem direito a ter filhos, a procriar; o homem tem direito a ser pai. Criar crianças em "ambiente homossexual" é "interferir com o normal percurso do exercício dessa mesma sexualidade". "Ser lésbica não é ser mulher na plenitude natural do termo, porque se assim fosse não haveria o problema da procriação natural", acrescenta. '
Publicado por Francisco Nunes em fevereiro 20, 2004 01:12 AMEstado de Nova Iorque proíbe discriminação contra homossexuais
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(Nova Iorque, 13-12-2002) Alinhando o seu discurso com o de outras organizações de psicólogos e de médicos, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) tornou pública, na sexta-feira, uma declaração em que apoia o direito dos casais de gays e lésbicas a adoptarem crianças.
«A APA manifesta o seu apoio a medidas que permitam aos casais de pessoas do mesmo sexo a adopção de crianças e apoia a concessão de todos os direitos, benefícios e responsabilidades decorrentes da adopção que decorram de tais medidas», lê-se na declaração divulgada pela organização.
Esta tomada de posição surge na sequência de uma declaração da APA, divulgada em 2000, em que se apoia o reconhecimento legal das uniões de pessoas do mesmo sexo.
«Investigações realizadas nos últimos 30 anos demonstram, de forma consistente, que as crianças criadas por pais homossexuais têm o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual que as crianças criadas por pais heterossexuais», disse a APA.
A APA cita estudos que demonstraram repetidamente que são o afecto e o empenho dos pais -- e não a orientação sexual -- que constituem os factores decisivos para que as crianças cresçam e se tornem adultos estáveis e saudáveis.
«Embora alguns estados tenham aprovado legislação que permite a co-adopção», lê-se na declaração, «outras decisões judiciais e legislação proíbem as mulheres lésbicas e os homens homossexuais de adoptarem ou co-adoptarem».
Com a adopção por ambos os membros do casal, as «crianças podem beneficiar dos sistemas de assistência na doença de ambos os pais, do acesso a cuidados de saúde, a prestações por morte, de direitos sucessórios e do direito a receberem alimentos de ambos os pais em caso de separação»
A APA junta-se assim à Academia Americana de Pediatras, à Associação Americana de Psiquiatras Infantis e Juvenis e à Associação Americana de Médicos de Família na defesa do direito dos homossexuais a adoptarem.
Afixado por: RORTY em fevereiro 26, 2004 11:19 AMMesmo que Villas-Boas não tenha emitido a sua opinião da forma mais feliz, tem direito a ela. Penso que a contestação pelo moviento gay tem mais a ver com reividicações de grupo perante a sociedade do que com estas afirmações que apenas serviram de pretexto para o movimento ser notícia.
Afixado por: vmar em fevereiro 20, 2004 11:58 PMConcordo inteiramente com o comentário anterior.
E acrescento Villas-Boas através da sua obra defende uma boa causa e até pode servir de exemplo. Não me parece que a homossexualidade sirva para exemplo do que quer que seja.
Estes grupos de pressão de homossexuais até deveriam estar agradecidos ao Villas-Boas, pois graças à sua frontalidade tiveram direito a algum tempo de antena...
Mas, acho que o melhor é não ligar muito às vitimizações e caprichos destas pessoas que se assumem como diferentes, mas que exigem ser tratados como iguais em aspectos que lhes convém...
Eles que respeitem a sociedade em que vivemos.