Se a França ceder à chantagem dos tarados que acham que a vida de dois homens vale menos do que o tchador, e o véu, e a burka, e o diabo a quatro... está tramada.
Mais: se a França ceder vamos estar tramados.
Para já é intrigante, no mínimo, a frieza com que o Fígaro transmite esta notícia quando um dos seus jornalistas é um dos reféns destes tarados.
Ainda é mais intrigante o silêncio que as associações feministas mantêm face à situação das mulheres naqueles países.
Às vezes a paciência esgota-se-nos. As mulheres, ao fim e ao cabo, são 'meia humanidade'.
...Ou não são?
Não se pode deixar que o crime compense...
Diga-se, a pensar nos mais distraídos, que a França não interveio militarmente no Iraque.
Ninguém conseguirá explicar, o que a humanidade faz parecer inexplicável.
As vivências das mulheres muçulmanas, nos seus países de origem, assim
como nos Países de acolhimento, situam-se ainda, nos primórdios da civilização.
Questões religiosas, dirão uns, questões de cultura, dirão outros.
Mas verdadeiramente, estaremos apenas perante o fracasso dos homens, ditos sábios
e cultos, que nas suas “democracias”, mantêm vivas as chamas da escravidão sobre o sexo dito mais fraco, representado nas suas próprias companheiras de alcova ou não.
Não será assim de estranhar, que naquelas comunidades, evolutivamente “paradas”
a voz da mulher, dita democrática, tenha as piores dificuldades em se reconhecer e fazer ouvir.
É um triste assunto, que dá muito que pensar, para quem assim o entenda.
Claro que os malucos muçulmanos, estão a lidar com a vida e a morte, enquanto os outros, apenas brincam com as liberdades.
Afixado por: jgonçalves em agosto 29, 2004 11:19 PMA parte final da tua posta é interessante... e faz pensar.
Um abração do Zecatelhado