setembro 15, 2004

Ao que este desgraçado chegou!...

O Carlos Araújo Alves confidenciou-nos há três ou quatro dias que precisou de ver até que ponto conseguia sobreviver sem a internet. Concluiu que sobrevivia muito bem. Gostava era muito de navegá-la...
O.K.
É uma confidência que aceitamos.
O Carlos é dono e senhor do seu teclado. Outros o serão.
Mas há muita gente que se deixa emaranhar de tal forma nas teias da blogosfera que se transforma irremediavelmente. Nuns, esta transformação é positiva. Noutros pode ser arrepiante...

Caros leitores:
A blogosfera não responde ao essencial!
E o essencial é saber como é que um determinado blogue chegou a um determinado estádio.

Constatamos muitas vezes evoluções improváveis, inacreditáveis, inaceitáveis e mesmo, lastimáveis de determinados blogues.
Reagimos a essa realidade perguntando:
- Como é que este tipo chegou a este ponto?
Ou ainda:
- Este fulano começou a beber?
Ou ainda, e muito mal intencionadamente:
-Sempre desconfiei que o gaijo anda agarrado...

Raramente temos o cuidado de ir ver as primeiras, mais puras e inocentes (e mais apaixonadas) postas desse blogue. E é esse o problema...

Não é fácil o acesso às primeiras postas dos blogues. Nada fácil...

Fizemos um pequeno estudo sobre este tema junto dos blogues mais marcantes e famosos cá da nossa praça sobre este tema. Facilmente se comprova o que dissémos.
Reparem:

O Pacheco Pereira faz referências 'linkadas' a 28 blogues na primeira semana de vida do Abrupto. O homem vinha para trocar idéias e tal... Nesta última semana fez apenas 4 ou 5 referências linkadas (uma das quais para o Estudos Sobre o Comunismo).
Porreiro! É uma opção como outra qualquer!... (Não sabemos exactamente quando é que despertou para a astronomia.)
Trata-se de uma evolução improvável mas perfeitamente defensável e compreensível.

"Caos
O início! Esse momento sublime em que nada sublime nos ocorre!!!!

É desta forma que os Jaquinzinhos começam. É o melhor início de blogue que conhecemos, e vimos bastantes. Depois os jaquinzinhos dizem mal do Bloco de Esquerda. Completamente de acordo... Mas é inaceitável que acabem como apoiantes do Bagão! Ninguém lúcido pode gostar daquele energúmeno (ainda por cima, liberal, liberal, mas aumenta os impostos sobre o tabaco e não acaba com os institutos públicos que são viveiros e armazéns de tachistas e de tachos...).
Gostamos do Blogue, e temo-lo linkado; mas esta evolução, de liberal a pró-Bagão, é complicada... Muito complicada! (Até porque o Bagão, basicamente, não é nada. É, talvez, um funcionário que faz o seu trabalho de casa... daqui por alguns meses vamos confirmar mesmo isso...)

O Barnabé. O Barnabé é o exemplo de uma evolução lastimável.
O Barnabé chegou à blogosfera 'armado ao pingarelho'. Queriam polémica!
Os rapazes diziam que 'queriam entrar em polémica'!!!! Davam saltinhos impacientes e queriam brincar. Tinha que ser já!
Experimentem entrar em polémica com aqueles rapazes! Vá! Para princípio de conversa basta dizer que são muito, muito amiguinhos... A resposta a uma qualquer crítica de uma opinião de um dos seus membros pode ser respondida assim:
- O que o Celso quis dizer é que...
- Conheço o Pedro desde que... e sei que o que ele pensa...
Mas o que é isto?!
Isto é que é blogar bem?
...Vergonhoso comportamento de matilha!

A seguir pode o amigo leitor ler várias segundas postas. Umas são continuadas no estilo actual do blogue, outras mantêm os estilo mas alteram as temáticas, outras... Há de tudo!

Acima de tudo não tire falsas ilações: somos amigos da maior parte da gente citada a seguir e respeitamo-los(claro que há ali duas ou três estrelas vogando noutras galáxias...); melhor, nem temos questões com estas pessoas: resgatamo-las com elas directamente .

Não! Não vale colocar o ponteiro do rato em cima dos textos...


Hoje lavei o meu carro, e descobri que mesmo assim a cara da Joana Amaral Dias tem mais base...

Ele interveio no Estado da Nação
Note-se um dos melhores articulistas diários que temos: João Paulo Guerra
um excerto da crónica de hoje 3-Jul. Para ler tudo prima aqui.

É um fartote de encalhe com deputados em trabalho político na paranónia algarvia. Recordo sempre com redobrado entusiasmo a charla do meu amigo moçambicano Ricardo Rangel, ao tempo deputado da Frelimo: eu deputado???, não, eu sou é doputedo!

De resto, o patriotismo nos discursos sempre me pareceu ter algumas semelhanças com o discurso vitorioso dos clubes de futebol: somos grandes, inacreditavelmente grandes, fantasticamente grandes, o nosso passado faz-nos rejubilar, louvemos a Pátria. Este cepticismo deve ser defeito meu, enquanto português, mas pelo menos leva-me a desconfiar do coro de aprovações em redor do discurso do presidente da República em Angra do Heroísmo. Falar de patriotismo é uma receita segura para obter unanimidades: quem se negará a ser patriota nos momentos difíceis?

Quem não gostaria de ser embalado pelo som cavo e bruto das ondas enquanto adormece no quentinho do edredon? Quem não gostaria de chegar a casa, olhar o céu completamente estrelado, respirar fundo e fazer desaparecer por magia toda a poeira do dia, que nos consome a alma?

Guerra,guerra,guerra,ligamos o rádio,guerra,ligamos a televisão,guerra,ligamo-nos à net e se tivermos um portal como página inicial,guerra,chegamos ao café a conversa é guerra,vamos ao restaurante a conversa é guerra,é certo que a guerra está infelizmente a acontecer mas o Mundo tem outros problemas muito graves que nos estão a passar ao lado.

ESTAREI A SONHAR

Li nos jornais, que as meninas (leia-se prostituição) podem vir a passar recibos.
Tou a ver, o MF a tributar os "serviços" como;

Serviço de utilidade pública 5% ???
Cabaz de compras 12% ???
Serviço de luxo 19% ??? (assim como as músicas)

E já agora alguém que me informe;
Os clientes têm de fazer retenção na fonte?
As meninas vão entregar o pagamento especial por conta?

Um alerta, aos clientes e ao fisco. A exemplo de outros serviços (clinicas entre outros) o serviço sem recibo é mais barato!

Admito que não sou grande estudante, tenho média de 15, mas como toda a gente tambem tenho direito a ter o meu sonho, quero ir para medicina. Um amigo já falou com o director do liceu, que me irá dar 3 valores, agora necessito encontrar um diplomata que esteja a trabalhar no estrangeiro e que me queira adoptar, apenas durante um ano. Assim terei o meu problema resolvido! Concordam?

O desempenho a nossa selecção ontem desiludiu-me de tal forma
que só consegui assistir ao encontro até ao intervalo. Nem com a
superiodade numérica em campo conseguiram tirar partido. O que
mais me impressionou foram os sucessivos ataques, que não sor-
tiam resultados.

Será ainda possível reanimar as palavras, que a espera mutilou?!
palavras que chegam em má hora! gritos desesperados, pelo ruído circundante abafados! o cheiro a demência paira no ar saturado da omnipresente imbecilidade! desfalecem indignamente as palavras por chegar em má hora!
ainda aqui me encontro, tentando auscultar as vibrações do pensamento! tentando salvar as palavras do esquecimento!

A menina, talvez uma pastora, talvez uma fada, acercou-se do poeta e pediu-lhe, em voz baixa, quase num sussurro: “Conta-me uma história.” O poeta sobressaltou-se, quase tombava do alto da fraga, e respondeu-lhe com uma pergunta, “De onde vieste?”, e mais outra, “O que fazes aqui?”
— Conta-me uma história! — insistiu ela.
O poeta desceu do seu mirante, sentou-se no chão à frente dela, e fez-lhe ainda mais uma pergunta: — Uma história sobre o quê?
— Sei lá?, talvez sobre fadas.
— Fadas!?
— Não conheces as fadas!?
— As Fadas? — repetiu ele.
— Sim, as fadas! Nunca as viste? É certo que só saem à noite. De dia estão escondidas! Nunca tentaste surpreendê-las? Nunca as espreitaste? O melhor é nas noites de lua cheia quando se encontram para brincar. Não dizes nada?
— Pareces saber muito sobre fadas! Sabes também que há muita gente que não acredita nelas?
— Existem pessoas que não acreditam em fadas? — perguntou-lhe ela séria e grave.
O poeta ficou calado a olhar a menina, depois levantou-se e olhou o céu, o mar, o arvoredo em redor, tentando decidir o que fazer. Talvez a devesse agarrar e interrogar. Havia nela qualquer coisa de estranho e singular. Um pio agudo sobressaltou-o. De repente, uma enorme ave de rapina ergueu-se por cima dele num voo rasante e arrebatou-lhe o chapéu com as garras afiadas e recurvas. Quis correr atrás dela mas já voava alto. Quando olhou para trás, para o lugar onde a menina estivera, já ela ali não estava. Perscrutou os arredores em todas as direcções, correndo daqui para ali e dali para aqui, excitado, mas nada encontrou, menina, ave ou chapéu. Ouviu rir, rir alto, e então julgou ver, algo que não era mais que uma sombra, mais embaixo, entre as árvores. Era uma velha vestida de negro. Correu mais uma vez, agora na direcção do riso, que a velha já ele tinha deixado de ver, se é que alguma vez a vira. Mas lá chegado, extinto o riso, nada! Nada viu ou ouviu.


Muitos foram os recitais de Amália Rodrigues a que assisti no mais célebre Teatro de Music-Hall Europeu-o Olympia de Paris. Foi porém a temporada de Abril/85 e Setembro/87,que realmente me encheram as medidas,pela energia da artista e pelo grandioso sucesso,jamais igualado naquele palco,segundo referia o "Le Monde" nas suas páginas. Foram ao todo 14 concertos,7 por temporada,todos seguidos,sempre à mesma hora-21.30!

Para começar, o meu poema preferido:

CÂNTICO NEGRO

"Vem por aqui" --- dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom se eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui"!
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

Problemas de aprendiz
Nada a fazer, os aprendizes cometem erros, por vezes, bem incómodos como foi o caso das hiperligações falhadas no post de abertura, nomeadamente a 100nada e ao Crítico Musical. Aqui ficam as minhas desculpas e a esperança de colmatar o erro, desta feita.

As Cartas
Encontram-na morta naquela manhã dos inícios de Junho. A vizinhança estranhara que, contrariamente ao que era seu hábito, ela não tivesse afastado o reposteiro da janela de onde espreitava o largo, o que fazia todas as manhãs, quer chovesse, ventasse ou fizesse sol. Por isso, e depois de insistentemente terem batido à porta sem obterem resposta, a vizinhança decidira arrombá-la.
Encontraram-na deitada na cama mas vestida de preto e calçada. Na almofada, um maço de cartas atadas com uma fita lilás que exalava um cheiro a alfazema.

O Império Romano caiu, entre outros factores, porque não foi capaz de manter uma máquina administrativa cada vez mais autofágica, que sugou toda a seiva da sociedade. Nos seus últimos tempos, patrícios inscreviam-se como escravos, para se subtrairem a um fisco impiedoso! Veja-se a que formas de evasão fiscal se chega quando o fisco aperta!

Tornar a administração pública, e o ensino em particular, eficiente e de qualidade, é a tarefa mais importante da nossa sociedade.

Se não o fizermos nunca sairemos da nossa pinderiquice actual.

Calores infernais
Hoje está um destes calores que fazem lembrar o desabafo do alentejano que chega ao inferno - "compadre, isto aqui é pior que Beja!"
Mas continuo a digressão pela blogosfera. Encontro afinal um amigo, saudoso amigo. Há quantos anos falto eu à conversa, inesgotável, estimulante, que nos entretinha horas a fio Chiado abaixo Chiado acima.... Entretanto, passaram uns dezoito anos, e nem sequer sei como estará agora o Chiado. Sei que morreu o Manuel Maria Múrias, incomparável companheiro, iconoclasta genial, insubmisso e turbulento - e o maior jornalista português (estou a ouvi-lo tonitruar: "um-metro-e-noventa-e-um-sem sapatos!").

Início Atribulado...

Postei duas vezes a mesma mensagem, foi um engano..há que desculpar os "rookies".
Não li jornais hoje!
Domingo é o dia do Senhor, n podemos trabalhar ou irritarmo-nos!
Mas, para quem quiser dar uma vista de olhos pelos acontecimentos da região aqui vai uma ajudinha!

UM...DOIS...TRÊS...ACÇÂO!
Ordem dada ao Senhor de Bagdad: " INVADA O KUWEIT "!!!
O resultado foi o que se viu:
1. É urgente cortar o passo ao ditador.
2. É necessário enviar tropas para o Médio Oriente.
3. Não derrubar o ditador! Precisaremos dele lá mais para a frente.
JÀ TEMOS UMA FORTE PRESENÇA DE TROPAS NO LOCAL e a imagem do odioso senhor está gravada para sempre na mente do mundo.


Ordem dada ao Mister Bin:
" COMEÇE A PREPARAR-SE PARA SER O ROSTO DO GRANDE TERRORISTA "!!!
Entretanto, os serviços secretos Americanos preparam com todo o cuidado o atentado às Torres Gémeas. É necessário que tudo pareça o mais real possível, mas... há sempre um mas... " gato escondido com o rabo de fora " - o que os media não disseram - foram "desviados" os grandes magnatas das empresas sediadas nas Torres para não estarem à hora marcada nas suas empresas. PROVAS? De entre centenas deles, não morreu um único no atentado.

Continua....

NOMES
Este espaço poderia ter múltiplos nomes. Pensei em vários. Desde logo que reportassem a Julius Evola, uma paixão que será uma constante ao longo destas linhas. Cavalgar o Tigre foi um dos primeiros; quem leu Evola ou fez por isso sabe do que falo e encontrará as razões. Depois, outros três entravam na balança, por diferentes razões: dissidências, carpediem e semperfidelis. Escolheu o destino que em latim tudo estivesse escolhido. Dissidências é uma reserva antiga que ficará para uma revista de ideias políticas a editar online.

Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Caminhou de volta para a porta e, de repente, um tipo enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.

O talhante correu até ao homem e impediu-o dizendo: "Deus do céu homem, o que é que você está a fazer? O seu cão é um génio!"

O homem respondeu: "Um génio ??? Esta já é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!".

Moral da história:
Podes continuar a exceder as expectativas mas, aos olhos daqueles que te avaliam, isso estará sempre abaixo do esperado...


Os Dias que Correm!

Não é minha intenção falar de alguns atletas que se chamam Dias (os Dias que correm!) embora pudesse ser esse o caso. Tenciono sim falar sobre certas coisas que se passam hoje em dia e que quase sempre me custa encontrar uma explicação racional para o facto de estas mesmas coisas acontecerem. passo a explicar com factos pois assim o magano leitor poderá aperceber-se mais facilmente daquilo que aqui quero falar.

1º - Não é muito normal nos dias que correm que um autocarro seja "engolido" em plena capital de um país desenvolvido (dizem eles) por um buraco com mais de 20 metros.

2º - Não é normal que, nos dias que correm, num paí­s civilizado onde supostamente as pessoas reflectem aquilo que o país é, haja necessidade de ser "comemorado" o Dia Contra a Violência Doméstica pois o facto de se levar nos "cornos" quando se tem vontade deveria ser um direito de todos os seres vivos.

3º - Não é muito normal que, nos dias que correm, uma ministra das finanças esteja obcecada com o défice orçamental do seu próprio paí­s e quando se apanha além fronteiras ache que o facto de outros paises ultrapassarem o défice é completamente desculpável. E nós? Seremos escravos das obsessões de certos ministros?

4º - Não é normal, nos dias que correm, que duas "senhoras de bem" sejam presas no aeroporto só porque traziam umas jóias na bagagem.

É sempre espantoso perceber que os critérios de apreciação dos grandes prémios de cinema (para não ir mais longe) depende de tudo menos do facto de se tratar de um bom filme. Em Berlim, filmes como 25 HORA de Spike Lee não ganhou nada. Ou, OS NOIVOS BÚLGAROS de Eloy De La Iglésia (n confundir com Alex).
De salientar o magnífico documentário de Oliver Stone "COMANDANTE", sobre Fidel Castro. No final, não há quem consiga não simpatizar com o velho ditador. Ali, apenas um homem com defeitos e virtudes.
Houve menções honrosas e prémios para filmes apoiados pelos principais lobbies religiosos, políticos e sexualmente orientados. Faltou a isenção.

Publicado por Francisco Nunes em setembro 15, 2004 01:00 AM
Comentários

O estudo não é tão pequeno como apregoado. Buscar e seleccionar estes excertos deu certamente bastante trabalho, mesmo quando se tem uma visão global e abrangente da blogosfera.
A vida e o pensamento não são lineares. O grande problema é que as atitudes variam, em demasiada gente, não em virtude da sua própria consciência, mas de acordo com interesses de circunstancia. Ou seja, são muitos, os que navegam ao sabor da corrente e sempre com a costa à vista.

Afixado por: vmar em setembro 15, 2004 04:53 PM

Que este exercício é viciante nenhum de nós tem dúvida. Eu antes de criar o meu próprio blog, visitei muitos diáriamente e foi através de diversos comentários que fui deixando que criei a motivação para me lançar nesta actividade. E como reconheço ser um passatempo não pernicioso
utilizo-o diáriamente e no maior número de horas possível, evitando assim ter que estupidificar prantado defronte ao televisor.

Afixado por: congeminações em setembro 15, 2004 08:11 PM

Muito pertinente e esclarecedor este seu texto!
No que a mim diz respeito, esta coisa dos blogs, começou como brincadeira, mas depois reparei que 2me roubava" muito tempo. Passei a ler menos livros, a ver menos filmes, a escutar menos musica. Aprendi imenso com alguns blogs. É agradável saber-nos "acompanhados", quando lemos um comentario de alguem que se dá à maçada de o fazer, no nosso blog.
Agora consegui chegar a um compromisso comigo mesma. Decidi postar muito menos ( em relação ao que fazia, claro está!), e dedico alguma atenção aos blogs meus favoritos, não fazendo como antes, em que lia uma a uma, as entradas que iam aparecendo na página principal da Weblog. Só agora é que vou começar a ler o "Codigo Da Vinci" E já o tenho há tempos...

Afixado por: valeria mendez em setembro 15, 2004 08:23 PM

Francisco... Agora é que estragaste tudo... Fizeste-me ficar sentimental e recordar as minhas primeiras visitas ao teu blog. E os meus primeiros posts. Ai amigo... Fizeste um excelente trabalho de investigação. Adorei ler este teu texto entrelaçado de carinho. Fez-me lembrar o "Cinema Paraiso"... Da minha janela...aquele abraço.

Afixado por: Azenhas em setembro 20, 2004 10:19 PM