novembro 17, 2004

Otro vecthori do desenbolbimentu alentejanu: u Barranquenhu.

Pá! andamus muita lichadus pur nam termus oubido o congreçu do PSD. Oube um gáju que foi dizere cu barranquenhu, a mais o Alqueba, o Aeroportu e u portu de çines erom pilares du Alenteju.
Logu, logu pensámus quera o nossu anarko-confradi da Torre de Menagem mah depois vimus que nom.

barrancus.jpg


"Barrancú, assumi caracteríbtica de cepcionalidade. Sendu portuguesi há pôco mái d"um séculu, ehta comunidade de genti boa mah sofrida, encontra na çua cultura muitu própria força para bencê o isolamentu i a interioridadi, preserbandu a çua identidadi. Ah çuah tradiçõi com práticas ininterrupta, bem comu a çua identidadi linguíhtica ção a çua "imag~e de marca". U Barranquenhu é, ôje, um dialectu bibu, utilizado nu dia-a-dia que urge preserbá i reconhecê comu um dialectu oficiá da Língua Portuguesa".

" Dirigente do PSD/Beja defendeu dialecto barranquenho no Congresso


O antigo vice-presidente da comissão política distrital do PSD, e ex-presidente da JSD, Mário Simões, foi o único militante laranja dos distritos de Beja e Évora eleito para o conselho nacional no Congresso realizado no último fim-de-semana em Barcelos. Simões apresentou-se como terceiro nome de uma lista liderada por Miguel Goulão, que contava em segundo lugar com Jaime Ramos. Além do jovem dirigente, também o presidente da distrital, Amílcar Mourão, integra este órgão por inerência do cargo.
Além de integrar lista de candidata ao conselho nacional, Mário Simões fez uma curiosa declaração no congresso, onde propôs ao Governo que "reconheça o barranquenho como dialecto oficial", a exemplo do que já sucedeu com o mirandês. Falando aos congressistas Mário Simões usou inicialmente o dialecto barranquenho para apresentar a sua proposta: "Barrancú, assumi caracteríbtica de cepcionalidade. Sendu portuguesi há pôco mái d"um séculu, ehta comunidade de genti boa mah sofrida, encontra na çua cultura muitu própria força para bencê o isolamentu i a interioridadi, preserbandu a çua identidadi. Ah çuah tradiçõi com práticas ininterrupta, bem comu a çua identidadi linguíhtica ção a çua "imag~e de marca". U Barranquenhu é, ôje, um dialectu bibu, utilizado nu dia-a-dia que urge preserbá i reconhecê comu um dialectu oficiá da Língua Portuguesa".
Em síntese, Mário Simões lembrou as características excepcionais de Barrancos, a sua cultura muito própria, de gente boa mas sofrida, com tradições e identidade linguística que são a sua "imagem de marca" – "o barranquenho é hoje um dialecto vivo, utilizado no dia-a-dia, que urge preservar e reconhecer como dialecto oficial da língua portuguesa", reivindicou.
No discurso, falando ainda da região, Mário Simões, acentuou a necessidade de "medidas específicas que potenciem o desenvolvimento económico" do Baixo Alentejo, referindo-se aos projectos do aeroporto de Beja, Alqueva e porto de Sines."

Pá! Vocês são testemunhas de que defendemos Barrancos várias vezes. Mas isto já roça o ridículo. Já roça? Isto já é o cúmulo do ridículo!!!!
Falam o barranquenho poucas pessoas, não há um prontuário, uma gramática... Nada! Pior! cada barranquenho fala, passe a força de expressão, o seu barranquenho...
Claramente, já vale tudo menos tirar olhos!


Publicado por Francisco Nunes em novembro 17, 2004 10:49 PM