Se para convencer os portugueses de que a situação económica urge por medidas draconianas é necessário o Governador Constâncio, o sr. Presidente da República, o Primeiro-Ministro, o incontornável Jorge Coelho, o Prós e Contras e tutti quanti é porque de facto acontece uma de duas.
- Ou somos 'brutos que nem serros' e ainda não o tinhamos percebido;
- Ou os políticos da partidocracia a que chegámos enganam o Zé despudoradamente.
P.S. A segunda hipótese potencia fortemente a primeira.
Publicado por Francisco Nunes em maio 23, 2005 11:38 PMOu somos civilizados demais... Mas isso é uma esperança, uma garantia, não um contratempo. A questão é saber como tornar(-nos) eficiente, como fazer com que se ouçam as vozes discordantes, que são a esmagadora maioria. Em democracia, as pessoas não deviam ser obrigadas a recorrer à violência par ase verem livres de tanto criminoso. Mas parece que eles não entendem a linguagem da democracia. Ou op defeito é nosso que não persistimos o suficiente, no caminho certo? Ou será que o defeito é nosso que ainda não encontrámos "o caminho certo", como urge? Fala por mim, claroi está, mas parece-me que a carapuça serve a muita gente, desde o tempo de Eça de queiroz. Já era tempo de "evoluirmos" caramba.
Afixado por: Biranta em maio 25, 2005 01:01 PMAcertou na muge. Mas o Zé também devia estar mais atento para não se deixar enganar, começando por não se deixar levar pela ideia tão difundida de que todos são iguais. Primeiro, porque não é verdade e,segundo, porque esse é o caminho mais rápido para o desinteresse pela política e deixar os que nada cumprem à vontade para para continuarem a fazer o mesmo...
Afixado por: alvitrando em maio 24, 2005 04:50 PMÉ claramente a segunda hipótese!
Vejam-se as medidas tomadas em nome do combate ao défice tomadas pelos anteriores governos e quem foi afectado.
Compare-se com as benesses de que usufrui a classe política, a frequência com que o governo substitui a frota automóvel, etc.
A conclusão é clara como água.
Afixado por: Jazzy em maio 24, 2005 03:45 PM