Quando se olham as obras faraónicas promovidas pelo Estado.
Quando se olham as obras despropositadas das câmaras.
Quando se olham as obras catatónicas das freguesias.
Quando se adivinham as verbas enterradas em cimento.
Quando se ouvem os disparates dos 'politicozecos', 'politiqueiros' e 'politiqueirões' da 'nossa Praça' apetece:
Primeiro.- Perguntar quanto custou 'aquela merda';
Segundo.- Perguntar quanto custará a manutenção do 'mastodonte' nos próximos 50 anos.
Terceiro.- Perguntar qual será o rendimento daquele disparate nos próximos 100 anos.
Responder-nos-ão sempre, apostamos, com previsões.
Saberemos sempre, nesse caso, que estamos perante uma imbecilidade... ou duas.
Saberemos que alguém -todos nós!!!- terá que pagar o(s) evidente(s) disparate(s).
...E isso é que é maçador! Oh se é...
O que maça, não é o cimento ali estático.
O que maça é saber-se, que nem para mausoléu serve.
Todos se queixam, Francisco, mas na horinha da verdade, PORRA, estudaram todos pela mesma cartilha!!!
Abraço
Afixado por: carlos a.a. em maio 25, 2005 07:31 PMPois é...
Mas as pessoas continuam votar sempre na mesma meia dúzia! Só devem estar contentes...
Abraço
Afixado por: João Carvalho Fernandes em maio 25, 2005 04:17 PMFalta perguntar auanto custam os próprios políticos e deputados (e outros, incluindo os estudos e projectos e análises e pareceres) e qual a sua utilidade.
AH! falta perguntar quanto se esbanja em vencimentos escandalosos pagos a incompetentes, como está demonstrado, pela situação real, que o são.
Falta perguntar quando é que saímos disto e o que fazer, de forma eficiente, para sair disto.
Maçador?! Vê-se logo que lhe corre bem a vida... Olhe, cá a mim só me dá vontade de ir tirar a carta de caçador. ;)
Um abraço.
Afixado por: zedtee em maio 25, 2005 12:02 PM