![]()
![]()



![]()
![]()

![]()


![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Depois de terem tomado conhecimento que os antigos sumérios se faziam representar nas cerimónias religiosas colocando figurinhas em atitudes cultuais em seu lugar, algumas senhoras 'esposas de oficiais' ficaram extasiadas.
Contactamos há bem pouco com um grupo de 26 senhoras que, de forma decidida e assertiva, querem substitur os seus valorosos consortes no Iraque.
-Também quero uma! - foi o grito confessado de uma destas senhoras que, compondo por cima dos olhos o seu hierático cabelo, nos garantiu que, no país dos dois rios, vai tentar conseguir algumas destas figuras trocando-as por material de guerra dos anos 50 à guarda de um sargento barrigudo e algo dado a pequenos favores e simpáticas comissões, -conhecido no meio castrense pela enigmática alcunha de 'suspensão em baixo'-, em serviço há vários anos na manutenção militar.
'Nem que seja com os malandros da Resistência' - gritou excitada uma outra senhora-, 'hei-de conseguir ter umas duzentas ou trezentas figurinhas daquelas!'
O objectivo destas esposas é, ao que apurámos, fazerem-se substituir por estas estatuetas em manifestações ou cerimónias oficiais em que não haja bolinhos ou cházinho, ou a que não compareçam o CEMGFA ou o PR. Poderão assim dedicar-se a actividades mais prementes como a manicura, arranjo de unhas, arranjo de cabelo, consultas ao esteticista e até, se fôr caso disso, para as mais abonadas, um peelingzito ou uma boa lipo.
A grande 'maçada' destes bonequitos, segundo uma nossa interlocutora que não se quis identificar, é a ausência de patentes. 'Vai ser uma pepineira' -assegurou-nos- 'ficarem bonecos de tenentezecos pézinho-mole ao lado de bonecos de oficiais com provas dadas como o meu António. Mas o facto de podermos fazer manifestações militares por interposta pessoa sempre que nos apeteça compensa -e de que maneira!-esses dissabores'.
-Tem toda a razão!... garantimos nós à angustiada senhora. (Se calhar até fomos sinceros.)
Defacto este tipo de procedimentos só merecem este tratamento, face ao ridículo da situação, embora compreenda a motivação é que muitas destas senhoras
face aos bons ordenados dos maridos nunca tiveram que se dedicar como as esposas doutros trabalhadores
a actividades profissionais, extra domésticas, porque o soldo permitiu-lhes viver sempre desafogadamente. Com um abraço do Raul
lol ;)
Caro amigo Francisco: não deixe de ver o protesto da Profª Céu no Alandroal durante a visita da ME.
Um abraço
Afixado por: luis tata em setembro 21, 2005 09:03 PM
Boa Francisco
Convem acrescentar que, também na Suméria, o culto à deusa UR era pago com favores sexuais em que os homens escolhiam as mulheres com quem queriam ter relações.
Será que as esposas dos militares portugueses tiveram conhecimento disso? algumas serão licenciadas em História.
Começo a perceber!