Se ainda houvesse alguma dúvida quanto ao imobilismo dos rapazes da 'plíteca' bastava ao observador imparcial, medianamente atento e sem problemas auditivos de monta, o recurso a um indicador muito simples: as arrepiantes -porque muito batidas e demasiado gastas-, bandas sonoras polítiqueiras transmitidas por roufenhos altifalantes instalados nos capôs dos carros de campanha.
O tema mais recente -em termos relativos quase escandalosamente recente- emitido por estas portas de saída sonoras é datável do primeiro contacto do Grande Guterres com os números.
Já o leitor está a ver a coisa...
* Aqui na Planície chamamos pespeto a alguém que tenha um comportamento vivo; a um indivíduo que seja perspicaz, curioso, intelectuamente activo, interventivo.
Publicado por Francisco Nunes em setembro 30, 2005 07:59 PM