abril 19, 2006

Benito Galdós

   Este escritor canarinho do final do século XIX, contemporêneo e muitas vezes 'contertuliano' de, entre outros, Miguel Unamuno, colocou na boca de uma das personagens (Federico) de um dos seus romances (Realidade)esta fala:

          "A todo el que piensa o hace algo extraordinario le llaman loco. Es que esta innoble sociedad sin religión, sin ningún principio, no comprende nada grande. El genio poético y la inspiración, locura; locura las acciones maravillosas; locos los criminales, para dejarlos impunes; locos los grandes hombres, para empequeñecerlos."

 

                                                                                "- A todo aquele que pensa ou faz algo de extraordinário    chamam-lhe louco.   É que esta ignóbil sociedade sem religião, sem nenhum principio, não compreende nada grande. O génio poético e a inspiração, loucura; loucura as acções maravilhosas; loucos os criminosos, para os deixar impunes; loucos os grandes homens, para apoucá-los".
Publicado por Francisco Nunes em abril 19, 2006 08:50 AM
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