A DECO, a Comunicação Social, a CMVM, o Banco de Portugal e a Justiça saem muito maltratados neste fórum que o Diário Económico disponibilizou para os investidores na Afinsa.
A Deco já se havia debruçado sobre esta empresa em 2004 sem lhe achar qualquer 'pecha'.
Os jornais económicos e a Exame já a haviam publicitado.
O Banco de Portugal e a CMVM conheciam a sua actividade.
Nada indiciava uma megafraude.
Percebe-se a má consciência da Deco querendo levantar um processo judicial colectivo à Afinsa. Não se compreende a desresponsabilização do BP e da CMVM.
Quanto à atitude da Comunicação Social apenas um reparo: o que é feito do jornalismo de investigação? Que raio de jornalismo é este que funciona como uma matilha de cães ávida de sangue para quem cai em desgraça e age como um cordeirinho manso para quem teme? Afinal para que serve o 4º poder neste país?
Da Justiça cá do sítio preferimos nem falar...
Sou cliente da Afinsa desde os meus catorze anos (actualmente conto trinta e três), e nunca fui ludibriado por esta empresa.É verdade que praticam os preços mais elevados do mercado, mas também é verdade que não obrigam ninguém a comprar.Os produtos só valem aquilo que estivermos dispostos a pagar.Quanto ao dinheiro investido em bens tangíveis, é dever do investidor saber no que está a investir. Também foi-me proposta essa hipótese de investimento, que declinei por julgar conhecer o mercado das colecções.E o futuro veio dar-me razão. Na vida é assim, umas vezes ganha-se, outras perde-se. QUISERAM IR LÁ FEITOS MAMÕES E FODERAM-SE! AGORA AGUENTEM-SE! Ainda bem que isto aconteceu, porque os mercados filatélicos e numismáticos estavam inflacionados. Agora compro tudo muito mais barato e as minhas colecções crescem a preços bem mais razoáveis do que à uns anitos atrás...
Afixado por: José Paiva em fevereiro 15, 2008 05:49 PMNão posso estar mais de acordo com o autor deste artigo.
No meu caso pessoal, fiz a primeira transacção com a Afinsa em 5/12/2005 através de um Consultor em Lisboa - Lopes de Oliveira Investimentos - a quem paguei à cabeça 1.520,00 €
para depositar 49.000,00 € na Afinsa, fruto de uma herança de meu Pai que naquela altura recebi.
Quis lá depositar porque tinha as melhores informações da Afinsa através de pessoas amigas e de família que já com ela trabalhavam há vários anos, por isso o Consultor serviu apenas de intermediário, corroborando tratar-se do melhor investimento no mercado.
Não sei se houve má fé deste último ou não, o que sei é que fiquei sem 1.520,00 € pagos ao Consultor mais 49.000,00 € à Afinsa.
Pergunto-me: Estamos num país de trafulhas ou num mundo global sem escrúpulos em que quem se lixa é o mexilhão?