É verdade. Mas às vezes exageram...
Lembram-se de um discurso muito na moda aí há uns tempos?
A Presidência da República
deve ser sempre uma magistra-
tura de cariz moral e ético.
Repararam que ninguém se riu? Lembram-se?...
Foi um acto humorístico falhado. Só lhe achava graça quem repetia esta máxima.
Por acaso não temos a certeza se o Manuel Alegre percebeu o humor da coisa...
Os miúdos das jotas é que têm um espírito aberto à novidade e viram logo toda a piada da coisa. Adoram o Mário.
Parece que há estudos sobre a viabilidade da Ota.
Parece que são algumas centenas -nem fixámos se duas, se três!- os estudos feitos para a prossecução da Ota. Vimos isso no Expresso, e tudo!
Devem ter sido rigorosos... e caros... os estudos, pois!
Por outro lado... se é para fazerem outras centenas de estudos, mais vale que construam já o 'raio' do aeroporto. É que fica mais barato.
À laia de conselho:
Se os estudos só provam que têm razão, deixem-se de estudos.
Já ouvimos os adversários da Ota tratar os amigos da Ota por 'Otistas', 'adeptos da Ota', 'amigos -cá está!- da Ota', 'pinhistas', 'socratistas', 'despesistas', 'keynesianos', 'umbiguistas', 'despesistas', 'aparelhistas', 'autarcas & construtores civis'... de tudo! Mas ainda ninguém falou em otários... é bonito, pá!...
Nós achamos que sim; qu'isto é bonito...
Uma pessoa que nos é muito, muito, próxima repetia-nos em criança:
-Não te esqueças nunca: Não há p---
que não queira parecer séria...
Pá! Temos pensado nesta frase de há uns dias a esta parte e não nos ocorre nenhum paralelismo entre a realidade e estas palavras...
Tchéish... Somos, de facto, umas bestas!
Eéhkh!...

O Raposo Tavares imaginaria que muitas das terras que viu como florestas virgens e matos cerrados se transformariam, 350 anos depois, em hambúrgueres?
Imaginaria que lhe seria erigida uma estátua na sua terra natal?
Imaginaria que a 500 metros da sua estátua existiria uma hamburgueria que venderia derivados manhosos de carne produzidos com vacas apascentadas em terras que desbravou?
Imaginaria o grau de globalização a que o mundo chegou?
Não! Pois não?... O homem sabia lá o que era um 'hamburguéri'...
Há qualquer coisa no Manuel Alegre que nos faz pensar no Salgado Zenha...
Não, não! Não são só os óculos! Também não é só pela militancia comum no PS...
Será talvez a atitude que o venerando e fixe Soares teve com um e está agora a ter com o outro?
Bom, mesmo assim já têm muito em comum!...
E pronto! Lá teve que ser! Tivemos que recorrer ao Joel Serrão e ao Dicionário que ele dirigiu para uma leitura mais equilibrada deste bejense.
Como filhos da Planície (ou da Charneca, como lhe chamaram Jaime Cortesão e Manuel Ribeiro, - este último o verdadeiro 'pai' da Planície Heróica, no romance que já aqui visitámos-) ficámos verdadeiramente ufanos de algumas das palavras de Jaime Cortesão acerca deste ilustre e esquecidíssimo alentejano.
Foi, de facto, no trabalho de Jaime Cortesão que Joel Serrão se baseou para fazer este artigo do Dicionário da História de Portugal.
Com muita pena nossa a monografia deste grande bandeirante traçada por Jaime Cortesão não se encontra acessível em lado nenhum que conheçamos. Chega a ser estranho...





Como já dissémos é controversa a imagem deste homem na actualidade. Pensamos que não é justa a análise dos comportamentos deste homem à luz dos padrões morais do século XXI. Raposo Tavares foi, apesar de tudo, um homem relativamente culto e um patriota português do seu tempo.
As suas acções, ao fim e ao cabo, não diferiam das acções de outros portugueses e de outros europeus da sua época e dos séculos imediatamente posteriores.
Dois padres jesuítas foram presos com os índios e também marcharam até o planalto paulista. Os padres ficaram chocados pela alegria com que essa expedição foi recebida em São Paulo. Um deles escreveu: A vida toda desses bandidos é ir ao sertão, trazendo presos [os índios] com tanta crueldade e violência para vendê-los como porcos!"

Na publicação 'Beja 1966', e a propósito da estátua que, vinda de São Paulo, iria ser colocada no local onde hoje se encontra em Beja, António Stott Howorth traça a seguinte biografia deste bandeirante:
"1600.- Nasce em Beja o maior bandeirante do Brasil. Seus pais foram Fernão Vieira Tavares, provedor de Fazenda, e Francisca Pinheiro da Costa Bravo, apelidos de nítida ressonância bejense.
Existem descendentes directos de Raposo Tavares, quer em Portugal, quer no Brasil.
Os primeiros 18 anos do grande bandeirantes tudo indica terem decorrido em Beja e seu termo. Pertencente à nobreza ou à alta burguesia, Raposo Tavares terá feito os seus estudos em Beja e acompanhou seu pai quando este foi assumir o governo da capitania de São Vicente, no Brasil. Fixa-se então na vila de São Paulo, núcleo da mais importante cidade do Brasil actual.
1628-1629.- À frente de uma bandeira, ou expedição ao sertão, submete o território do Guairá, nas margens do Paraná, ameaçado por ocupação castelhana vinda do Paraguai e protegida pela união política de Portugal e Espanha que, inevitavelmente, tendia a termos mais favoráveis aos espanhóis, o próprio meridiano de Tordesilhas...
1633.- Raposo Tavares é nomeado juiz ordinário da vila de São Paulo.
Vivia então numa fazenda dos arredores de São Paulo, em Quitaúna. Ainda neste ano é Raposo Tavares provido no cargo de ouvidor da capitania de São Vicente.
1636.- Novo internamento, agora pelo sertão de Ibétiruna, nos actuais estados de Paraná e Santa Catarina, de onde prossegue para a região do Tape, no Rio Grande do Sul para, mais uma vez, destroçar as ameaças castelhanas.
1637.- À frente de um numeroso grupo de paulistas vai socorrer S. salvador da Baía, gravemente ameaçada pelos Holandeses que, a partir de Pernambuco alastravam pelo Nordeste e pelo Vale de São Francisco.
1640.- Após a derrota da esquadra do Conde da Torre, em que o socorro de Raposo Tavares se integrara, inicia-se a célebre retirada que levou os paulistas desde o cabo de São Roque até à Baía.
1641.- Mais do que a ninguém ficou D. João IV a dever a Raposo Tavares a sua aclamação em São paulo. Na acta da aclamação aparece a assinatura do grande bejense logo a seguir à do Conde de Monsanto, donatário da Capitania de São Vicente. A assinatura de Raposo Tavares, na letra encadeada do século XVII, por seu cursivo e regularidade, prova que se tratava de uma pessoa culturalmente evoluída que já certamente o seria quando deixou Beja nos anos da adolescência.
1642.- D. João IV nomeia Raposo Tavares, Mestre de Campo-General. Neste ano, como provedor da Cãmara de Parnaíba representou-a em Portugal, junto de D. João IV.
Entre 1642 e 1648 é, portanto, muito provável que o grande sertanejo tenha em Portugal sentido - e quem sabe se não terá participado? - o esforço militar da Nação empenhada na Guerra da Restauração que, por essa época, na região de Pernambuco, atingiu um dos pontos culminantes.
1648-1651.- São três anos preenchidos pela maior epopeia de desbravamento do solo brasileiro. Chefiando uma bandeira sai Raposo Tavares de São Paulo e continua através do Gairá, do Chaco, do Itatim, onde ataca aldeamentos de jesuítas Castelhanos; luta contra ferozes Guaicurus nas margens do alto Paraguai, atravessa os pantanais mato-grossenses, na confluência do Paraguai e do Juaperés; e finalmente, após a descida deste rio e do Madeira, percorre, a caminho da foz, o formidável Amazonas, alcançando Jurupá. Por esta acção pode em terra, ser Raposo Tavares comparável a Vasco da Gama ou a fernão de magalhães no mar.
1655.- Por documentos existentes na Casa Cadaval, sabe-se que Raposo Tavares se encontrava em Portugal pois, compareceu, em Lisboa, num "auto de diligência e testemunhas interrogadas por ordem de S. Majestade", a propósito da aplicação das leis acerca do resgate dos índios brasileiros, datado de Setembro de 1655.
1659.- Morre o grande bejense em São Paulo, com 59 anos.
Eis, em traços largos, a biografia de um dos maiores portugueses de todos os tempos, cuja estátua uma comissão de luso-brasileiros de São paulo, patrioticamente, ofereceu à cidade de Beja."

Um cartão destes quer dizer que se deve corresponder às solicitações feitas, depressa?
Ai não? (Aouffff...)
Bom, de qualquer forma não vemos a hora de na próxima semana saber o que é que a Visão tem para dizer do venerando Mário Soares.
O Senhor Marechal Saldanha pode ser o homem que, vindo, não do século XX, mas do magnífico, do ofuscante, do ainda mais rotativista, do ainda mais negativista, do ainda mais positivista, do ainda mais hilariante, do ainda mais inebriante e inacreditável século XIX, dizíamos, o Senhor Marechal Saldanha pode ser o homem que há-de salvar esta pátria.
Alíás! a nossa Pátria mal merece o Senhor Marechal Saldanha! O ilustríssimo podia não ter uma fundaçãozita, mas era tão rico e tão lapa (dizemos isto com afecto...) face ao estado português como o Dr. Mário Soares.
Senhor Marechal Saldanha, a vida começa não aos 70, não aos 80, não aos 150, mas aos 200 anos.
Vinde! Vinde! Vinde! AAHHHHHHHH sim!...
Não percebemos como, mas ficámos a conhecer o programa de candidatura do Mário Soares através dos comentaristas Pacheco Pereira e Vasco Pulido Valente.
Se o programa deste candidato não é o exposto pelos citados articulistas porque é que ele se mantem calado?
Se é o exposto pelos articulistas estamos perante uma nova forma de apresentar candidaturas? Nesse caso corremos o risco de ver o Vital Moreira a apresentar o programa da candidatura do Cavaco?
Porque é que para os analistas políticos o Brejnev tinha problemas com a idade, o Salazar tinha problemas com idade, o Pinochet tinha problemas com a idade, o Papa tinha problemas com a idade; mas o Dr. Mário Soares não tem problemas com a idade? (A rainha mãe de Inglaterra tinha problemas com a idade -e com o gin... mas isso é outra história...- mas 'não conta para este rosário'.) Estaremos perante um empenho vivo e vibrante na qualidade da medicina praticada nos hospitais privados portugueses?
Qual é o equivalente a uma 'brigada do reumático' num regime democrático? Não tem equivalente? A democracia é então boa para o reumático?
E quais serão os efeitos da democracia na espandilose?
E na ateroesclerose?
E na Parkinson?
A democracia é, de facto, uma panaceia...
É preciso que isto seja dito, não vão as pessoas pensar que há uma nítida relação entre as notícias sobre o Jovem Mário e a evolução da sua candidatura presidencial.
Ééééé queeeee as pessoas são desconfiadas, (han?) e podem ser levadas a tirar conclusões precipitadas do facto da Visão antecipar em 2, 3 dias os passos do Mário.
Ficva dito! (Pois! Para que conste...)
No restaurante reparámos espantados no nome dos gelados oferecidos como sobremesa por uma conhecida marca.
BOLAS PÁ!!!!!! Explosão de morango?!!! Explosão de limão (ou lá o que é)?!!!!
Mas estes tipos querem penetrar no mercado do Paquistão, ou quê?!... Han?
Cáspite!
Por este andar ainda aparece p'raí um 'Adubo doce', ou um 'Brisas frescas de burka'...
Assinámos esta petição. Faça o mesmo.
Assim, os abaixo assinados, por subscreverem o Manifesto publicado no Diário de Notícias de 27 de Julho de 2005, instam os Poderes Públicos a promover um alargado período de debate público prévio a qualquer tomada de decisão nestas matérias que implique a assunção de responsabilidades financeiras, directas ou indirectas, do Estado, devendo o Governo facultar os Estudos que, do seu ponto de vista, justificam a realização dos projectos da rede TGV em Portugal, e a construção de um novo Aeroporto na Ota.
Dava-nos mais jeito, a princípio, um cão com um planisfério esparramado no lombo. Não encontrámos um cão assim. Só uma vaca.

É o que há...
Mas, pensando bem, também está certo... Ao fim e ao cabo este é um 'mundo cão' porque muitos o encaram como um 'mundo vaca leiteira'.

Quando olhámos para esta fotografia pensámos que era relativa ao Alqueva. O nicho de frescura rodeado pela secura ambiente, e tal...
Depois apercebemo-nos que a imagem era oriunda da Agência Espacial Europeia. Atentámos... era a superfície de Marte.
Aquela massa central é gelo, é água!
Ficámos preocupados:
Em Marte, como no Alentejo, há água mas não há canais de irrigação e isso preocupa-nos bastante. O prezado leitor já se apercebeu que ainda não foram detectados marcianos naquele planeta? Ah pois!...
Pá! andamos carregados de contadores. Parece-nos que cada um aponta os leitores que lhe apetece. Desconhecemos se 'nesta coisa' haverá mau feitio, ou má vontade, ou discriminação política, ou clubite, ou xenofobia, ou proselitismo... ou outra coisa qualquer.
De qualquer forma, e segundo os contadores a que temos acesso, em dias normais, temos rigorosamente entre 50 e 900 leitores.
Falam alguns em fazer publicidade paga nos blogues. Não está mal, não senhor...: pagamos impostos baseados nuns e cobramos taxas baseados noutros.
Ouvimos o honestíssimo Valentim Loureiro acusar o menor Marques Mendes de acagaçar alguns dos seus apoiantes.
Como?
Faz-lhes um buuhhhuuuu muito forte? Agride-os?
...Ou tira-lhes algum tacho?
Grandes apoiantes, os do Valentim! Siiiim seeeeeeenhoeer!...
Houve um tempo em que chegámos a acreditar na monarquia para este país.
...Foi então que descobrimos os monárquicos deste país.
Cáspite!.
- Fónix pá! Se uma data de jovens muita loucos, carregados de bandeiras e papelinhos e outra cenas, grita lá na Figueira que o Soares é fixe, é porque é verdade!... Deve ser mesmo, mesmo muita fixe.
- Fixe memo mano!... E mais, a mais, o gaijo ainda nem começou a distribuir as chupetas à malta, que é o que a malta, mesmo quando é muita jovem, quer.
Que fiiiiixe!
Isto anda tudo, como diz o outro, muita louco. O ministro da economia fala de finanças e o ministro das finanças em investimentos.
Ao que parece a malta faz-lhe a vontade e investe... na provável OPA sobre o BPI.
Isto não há nada como o capitalismo. Cá coisas...
P.S.: ah! parece que a Altri e a PT também têm boas recomendações... (a SONAE nos 1.4 também 'não era lá muito má ideia'...e as coisas em termos de comunicação estão a compor-se...)
A EDP é que é pior... aquela comissão manhosa... coisas de comunas.

Sem mais comentários...

Sem mais comentários...

... ficamos mais ou menos assim.
-Todos me dizem
que o TGV me
'apagará' como técnico.
O que é que esses
tipos quererão
dizer com esse
disparate?
Eéhkh!...
Há que tempos que sabemos que as bombas dos cobardes canalhas dementes que se matam com mulheres e crianças inocentes são de fabrico artesanal. Já o dissémos.
Até é possível saber-se a composição e a origem dos explosivos utilizados. Já demos umas dicas sobre esse assunto.
As imagens publicadas na imprensa são elucidativas da forma artesanal como estas bombas são fabricadas.
'A Bomba / Frasquinho de Adubo'; in:Corriere della Sera
Ora, toda a gente sabe onde se vendem e compram fertilizantes e a polícia também deve ter uma ideia aproximada dos sítios onde se trafica esse sofisticadíssimo produto. O que a Planície ainda não ouviu comentar foi que a polícia já estivesse a registar os consumidores habituais desta perigosa substância que, vendendo-se 'às carradas', não deve ser produto de supermercado - como já vai sendo...
Parece-nos (mas nós somos umas bestas) uma operação de rotina que deve ser iniciada. Ou não? Han?
Quino
Temo-nos divertido com o teor de alguns comentários em outros blogues -na Planície nunca aconteceu!- e, vá lá saber-se porquê, lembrámo-nos deste cartoon do Quino.
in: Corriere della Sera
Este vietnamita não nos demonstra todas as virtualidades do monocasco? Han? Pois!...
O homem está melhor da perna!
O homem está novo.
Ainda na terça-feira, perante 5 000 convidados, entusiasmado, exaltado! com as comemorações do 52º aniversário do assalto à Moncada, e depois de, por uma questão de tradição, prender mais uns dissidentes, teve o arrojo de lhes chamar lúmpen, vagabundos e delinquentes.
Mais nada!
É, portanto, outro velho que está como novo.
Ah!... a medicina moderna faz dispar... aahhrr milagres, faz milagres, assim é que é... a medicina moderna faz milagres. Pois.

Tenhamos a esperança de que a situação na China possa melhorar. Deixar de concorrer com um país que produz esmagando os direitos de quem trabalha seria bom para todos nós.
Reuters
Os números?
10 000 conflitos sociais em 1994, 74 000 no presente ano...
Promete...
1-Sim 25 % (808 votantes)
2-Não 74 % (2365 votantes)
(Sondagem Público on-line)
Sim, podíamos intitular a posta ao contrário, poderíamos começar por 3 em cada quatro portugueses não... Seria mais optimista.
Mas não nos apetece ser optimistas.
Optimistas? Mas há motivo para isso?
Apetece-nos rir desta chachada de país onde 1 em cada 4 cidadãos acha que vale a pena eleger um tipo que aos 80 anos e apoiado por algumas oportunistas lapas agarradas ao poder, acha que pode vir a ser um presidente credível.
E os tipos até sabem ler! E têm acesso à Internet!...
Teremos saido da 'brigada do reumático' dos anos 70 para a mais democrática e hilariante 'associação esclerose múltipla' do século XXI?
Cáspite!
A estátua deste bandeirante que hoje se empoleira num pedregulho ao centro de uma das muitas rotundas de Beja foi realizada pelo escultor paulista Luís Morrone.
Foi solene o seu regresso a casa no dia 15 de Agosto de 1966. Os 20 elementos da 'Comissão Executiva de S. Paulo, do Monumento em Beja, a António Raposo Tavares' conseguiu a presença do Presidente da República, Contra-Almirante Américo Thomaz e de outra altas individualidades do Estado Novo, na inauguração pública da estátua de 3,5 metros de altura e 450 quilos de peso.
Comissão Executiva de São Paulo, do Monumento em Beja, a António Raposo Tavares
Senador José Hermínio de Moraes
Com. Abílio Brenha da Fontoura
Com. Pedro Monteiro Pereira Queiroz
Com. Isidro Pedro dos Santos Costa
Com. Rogério Pinto Coelho
Com. Joaquim Monteiro
Com. João Martins
Com. Manoel de Assis Pires
Com. Francisco da Cruz Maldonado
Com. José Alves Veríssimo
João Gonçalves
José Ferraz Camargo
José Kalil
José Alves Barreto
Mário Frugiuele
Benjamim Roberto Baptista Ferraz
Com. Afonso Alberto Salgado
João Amorim de Sousa
Euclides Fonseca

Beja 1966.- Revista (chamemos-lhe assim) publicada em 1966 por ocasião da chegada da estátua de António Raposo Tavares a Beja vinda do Brasil.
Em próximas postas falaremos deste homem que no Brasil toda a gente conhece apesar de o julgar nascido numa localidade alentejana chamada Santa Maria de Beja. Em Portugal, por outro lado, toda a gente desconhece este senhor que há quase 40 anos, de costas para a gare rodoviária e encavalitado num pedregulho manhoso, se encosta ao arcabuz à boa maneira da nossa planície 'pastoreando' o trânsito que o circunda.
Já agora e só para vos acicatar o apetite: este alentejano é venerado e odiado, ainda hoje, no Brasil. É alvo de pesquisas que o dão como subversivo face à Igreja, como cristão-novo revoltado, como herói, como patriota brasileiro, como patriota paulista, como patriota português...
Não caro leitor! não lhe chamam pai!... mas quase.
A ler a denúncia feita no La Vanguardia sobre os direitos pagos por um jogo que não passa de uma ideia roubada e nada original.
O Ex.mo Senhor Ministro das Finanças 'está-se nas tintas' para as finanças. 'Uma chatice!'
O Ex.mo Senhor Ministro das Finanças quer é casar a filha casadoira.
O Ex.mo Senhor Ministro das Finanças como não é rico quer parecê-lo.
O Ex.mo Senhor Ministro das Finanças espera que apresentando-se de estadão ninguém veja que tem um estadinho.
O Ex.mo Senhor Ministro das Finanças, a avaliar pela saloice cá do sítio, ainda há-de conseguir casar a sua filha solteirona.
A menina Pêesse, filha do Ex.mo Senhor Ministro da Finanças, há-de levar à certa o saloio do Votinho.
Afinal, o seu extremoso papá é teso mas anda de TGV!
Ah! esta menina gosta tanto do seu papá...
O papá agora disse-lhe que ia fazer uns estudos que provassem que o TGV era viável. Não é preciso que o TGV seja necessário, -disseram-lhe o papá e o avô Socrates- basta que seja, que pareça... viável.
Ora, isso é que são uns estudos engraçados. Ou não são?
A menina Pêesse acha mal que digam mal do seu paizinho e até do seu avozinho!
Não percebe de maneira nenhuma que alguns invejosos mal-intencionados andem para aí a dizer que um estudo técnico que pretenda provar com muita força uma improbabilidade não seja técnico, que não seja ciência.
Dizem esses mauzinhos que a uma coisa dessas se chama teologia... Ora, bolas!!!
Agora, a menina Pêesse só se lamenta de não ir de branco e de não poder levar um raminho de flores de laranjeira. Coisas do avô...
Tem de ir de rosa, como a Fátima Felgueiras. O saco azul é que não quer. Quer uma saqueta em rosa... rosa shock.
Chocados?
Explicamos: Uma saqueta rosa shock... mas da casa Dior! Os franceses do TGV oferecem-na à laia de agradecimento.
De um lado, o pai do monstro; do outro; um monstro sagrado.
Duplo Cáspite!
Parece-nos que este país se parece cada vez mais com um qualquer paiseco da América Latina.
Será do Verão, ou é impressão nossa?
Moços! Estais a ouvir? Oi! MOOOOÇOOOS!!!
Quereis ir a votos com aquele rapazola... (como é que o rapaz se chama?...ah! sim...) aquele gaijo da nossa idade... o Soares, o Mário Soares (assim é que é!) mas não tendes um título académico nem uma comenda e isso inibe-vos? Han? É esse o vosso caso?
Não vos preocupeis mais! Há uma forma de resolver esse problema.
Inscrevam-se nesta coisa aí abaixo, comam bolachas Maria, tenham acessos de ciúmes e de sono em público, mandem os polícias desaparecer arranjem uns cachuchos e faaaaaçam-se à vida...
Lembrem-se: Se o Mário pode, vós também podeis.
É, ou não é? Han? Moços?
Vá! Moços, força nas canetas e não se esqueçam que parar é morrer!
in: Quino
A burocracia portuguesa espelha -mas espelha com aqueles espelhos da Feira popular- este cartoon do Quino.
Um cartoon muito inteligente e que nos levanta algumas questões:
-Poderemos afirmar que o funcionário isolado ao fundo é mais eficiente do que os que se empurram para cumprir a sua função?
-Quem é que organizou a administração pública nestes moldes? Terão sido os trabalhadores? Terá sido o público?
- Em Portugal que nomes chamamos, nós e os nossos queridos políticos, aos senhores funcionários públicos que se encontram na situação mais próxima do observador? (Não, também não somos assim tão tolos! Sabemos que os tachistas têm alguma apetência para se colocar nesta última situação... Mas quem é que dá 'emprego' aos tachistas? Aaaahh, pois...)
PÁ! O VELHO TÁ NOVO! Fiiiixe!
Contacte-nos:
Recauchutagem Peésse, Rua da Terceira República (ao Rato), 2005, 1º Esquerdo, Lisbona
Montamos TGV's e aeroportos sem estudos prévios.
Garantimos o rápido apoio de excelsas empresas privadas (de capitais públicos) a todos os projectos. Inscreva-se!
Estamos muito contentes com o TGV.
Mais: Estamos entusiasmadíssimos com a eventual rentabilização do empreendimento. Tão entusiamados, tão entusiasmados, que vamos criar uma empresa de import/export, e tudo!
O nosso lema até já está previsto:
"Aí, onde está, precisa de uns fardos de palha para as suas vacas?
Nós temos a solução. Colocamos os fardos de palha no seu terminal em duas horas!!!!!"
O que é que os prezados leitores acham? Han? Boa?!
Nós aqui até apitamos.
A PSP e a GNR vão fazer acções de pedagogia com os automobilistas que incorram em pequenas infracções.
É coerente: ninguém cumpre nem faz cumprir a lei... mas a pedagogiazinha está presente. Chamam-lhe pedagogia do exemplo.
Ah ganda país!
Antes do Bush se ter saído com aquela de que 'em vez de diminuir a emissão de gases poluentes, seria melhor buscar o desenvolvimento de uma tecnologia que limpasse essas substâncias', já o Quino tinha pensado nesta:

Da análise deste estudo estatístico com 88 páginas pode concluir-se que os 'franciús' votaram contra uma coisa de que estão a favor.
Da análise do estudo concluímos que já não sabemos por que é que só os advogados, coitados, é que têm fama de diletantes...

Absolutamente a não perder. Mesmo!
Com toda a certeza o leitor
menos urbanizado já se ques-
tionou quanto à inteligência
dos tipos que se fizeram ex-
plodir em Londres.
É claro que matar pessoas é estúpido.
Mas não!... não é só por isso que a coisa é lorpa e nós, alentejanos repetidamente desconfiados, nem sabemos para que é que seria necessário um químico egípcio metido nestas coisas.
É o seguinte: lembram-se alguns leitores de aí há uns tempos atrás a polícia britânica ter feito uma apreensão de sacos de adubo? Han? Num casão de aspecto manhoso?...
Pois a coisa está esclarecida. Os 'nossos' terroristas andaram à cata de nitrato de amónio.
Lendo o Liberation ficámos a saber que um dos terroristas, o Lindsay Jermaine, foi apanhado em Londres com 600 quilos de Nitrato de Amónio.
Em Londres, longe do porto, com 12 sacas de Nitrato de Amónio!!! Qualquer polícia havia de desconfiar de uma coisa destas! Ainda por cima na posse de um tipo que não tinha nem patilhas, nem galochas, nem bigode, nem impermeável verde... nem era branco.
Acontece que esta substância é ingrediente de muitos compostos químicos para a agricultura -adubos. Para que o leitor pouco afeito a estas coisas não se assuste, diremos que dezoito quilos -quantidade que supostamente aqueles imbecis transportavam às costas- daquele produto não poderiam ser empregues numa área muito superior a 1000 m2 -quase nada (10m x 100m)- de terreno preparado para cereais. E até seria o melhor...
Até se pode concluir, neste sentido, que os moços talvez fossem adubar um cantinho do Hyde Park (água já àquilo tem à bruta, com uns patos, uns esquilos e tal...). Vai daí que, em calhando, os tipos discutiram quanto ao melhor percurso para chegar ao Hyde. Entusiasmaram-se e apostaram forte. Enervaram-se. Para descomprimir lembraram-se de fumar um cigarrinho no metro (o que é expressamente proibido) enquanto se faziam, tão nervosos quanto alegres, ao caminho...
Esta é a hipótese que colocamos... Quanto ao resto, e à cautela, a malta aqui na Planície já nam quér sabere d'adubos. É melhor.
Nota: É óbvio que esta posta é um absurdo e que o seu humor se torna de mais do que duvidosa probidade. À laia de justificação sempre dizemos que ela foi motivada pela publicitação de uma 'pista soviética' na sempre original imprensa nacional. Ora, uma pista soviética que eventualmente levasse a explosivos sofisticados não se coadunava de maneira nenhuma com 4,5 quilos de carga numa mochila!
A não ser que as mochilas não pesassem 4,5 quilos... Está já o leitor a ver a coisa?
Pois... nem nós.
O prezado leitor ri-se? Aproveite para rir enquanto é tempo... depois pense no Algarve dos patos bravos e passeie em Dubrovnik.
Passeou? Então?
E ainda lhe dizemos mais esta: quem já lá foi diz que os preços ainda não escaldam (muito) apesar de aquilo já estar cheio de alemães...

... para que é que as nossas queridas tv's perdem tempo com aquela chachada?
As saudades que temos da Volta, da Vuelta, do Giro e do Tour...

A China reforça o seu poderio militar todos os anos, a China prepara-se para atacar o espaço sideral e a Formosa, a China faz dumping social e económico em todo o mundo desenvolvido, a China lança fortes tentáculos em África, a China espreita a minima fraqueza do Ocidente, a China é um potência ao ataque... Uma potência a quem o José Barroso aconselhou mais democracia.
Olhem lá!... é que isto bonito!...
Sim senhooores!...
Há para aí muita rapaziada contra as greves às sextas-feiras, e contra isto, e contra mais aquilo... Nós aqui só detestamos as greves ao Domingo. Pá! E é fácil perceber-se porquê:
Nas eventuais greves ao Domingo, os responsáveis governamentais falariam sempre em 'normalidade assegurada' e 'adesões a rondar os 0%'. Os responsáveis dos sindicatos diriam sempre que houve um adesão de 100% a 'esta luta' e que os serviços pararam de Norte a Sul.
É por isso que as greves aos dias de semana são melhores... são mais ... isso... mais normais.
Time, 28.02.05, Europe's identity crisis
O Roula Khalaf, do Finantial Times, acha que este -a integração plena dos muçulmanos- será o maior desafio das sociedades europeias.
Ao que parece a desintegração dos muçulmanos na Europa pode ter que ver com a inexistência de um european way of life...
Em calhando, em calhando... dirão alguns.
Encalhados, dizemos nós.


-Começo a ficar saturado dos informes do Banco de Portugal...

... se nos libertarmos deste fascínio doentio que nutrimos pelos nossos umbigos.


...Hoje!

...isso é [um]Impulso.
Porque recordar é viver, dê aqui uma espreitadela.

(Sem mais comentários...)
Parece que ficou provado cientificamente que há uma relação importante entre as horas de estudo dos alunos e o seu aproveitamento.
Agora veja lá o prezado leitor!... Não conte isto a ninguém! Please!...
Han? Bom, bom...
Pá! Há uma ideia para aumentar a qualidade do ensino muito estapafúrdia. Tão esquisita, tão louca, tão, tão... que não sabemos se devemos expô-la assim, 'a seco'... Sem um chá, sem um bolo.
(Aaouuufff...) Pá!... e se a rapaziada se 'deixasse de coisas' e começasse a estudar.
Pronto, assim por desfastio... vá lá... nas 'horas mortas'. Han? Seria pedir muito?
Então, pronto.
Tinha a ideia que o seu país podia bater os 'dragões asiáticos' pela inovação permanente.
Quando soube que o Google era uma inovação indiana verificou que a sua ideia era boa mas tinha dois senãos:
- As novas gerações não aprendiam matemática.
- Os dragões asiáticos também inovavam.
Teve então a ideia de abandonar a ideia anterior. Parece que já foi tarde...
Mas não faz mal: está absolutamente convicto que há-de vir a ter mais ideias originais e politicamente correctas.
A propósito da posta 'Estes 'Diabos Estrangeiros' devem estar loucos! ou cegos...' afixada aí abaixo, os nosso amigos e leitores Joaquim Silva e Jazzy deixaram-nos os seguintes comentários que, com todo o gosto, destacamos:
"O Alberto é que tem razão, qualquer outra opinião ou releva pura inconsciência ou cobardia da assumpção do politicamente incorrecto. Não percebem os cobardes que a maior cobardia que hoje se manifesta é a hipoteca do futuro do tecido económico português / sistema social europeu, por contrapartida da defesa de lógicas suicidas, que esquecem o "dumping" social praticado pela China."
Joaquim Silva
Diríamos apenas que o Alberto nem sempre não tem razão...
"Não concordo com o Carlos. Revolte-se com os governos ocidentais na generalidade e com o governo Português em particular por, sempre que negoceiam alguma coisa com o governo chinês, se "esquecem" de referir coisas básicas como Kioto, trabalho infantil, escravatura e direitos humanos...."
Jazzy
Vamos dizer o óbvio: A concorrência com uma potência económica que descaradamente faz, como bem se disse, 'dumping social' e comercial transporta consigo um enorme risco. Podemos, para competir com estes métodos, atirar as nossas classes operárias, como já acontece em grande escala, para o desemprego de longa duração, passe o eufemismo.


O Times On Line conta-nos uma estranha cruzada do Papa e de uma sua conterrânea contra o rapaz marado dos óculos.
Nunca o miúdo enfrentara um ataque destes... De facto não deve haver mais nada que preocupe o Times, o Papa, a Frau e toda a gente nos dias que correm...
Há uns dias ouvimos, com algum desagrado, a Senhora Ministra da Educação afirmar que os alunos não são os responsáveis pelo descalabro em matemática. Ao que parece não são piores que os outros...
Agora fala-se em aulas de apoio nesta Disciplina.
Ficamos satisfeitos.
Pretende-se que as novas gerações sejam mais responsáveis pelos seus actos? Desresponsabilizemo-las agora para que ganhem coragem de ser mais responsáveis no futuro.
É que está muito bem pensado!... Sim senhooores...

Há um unanimismo que nos espanta.
Como é que os chineses das lojas de 'impot/expot' podem ser apoiados e apreciados pelos liberais deste país tanto, ou quase tanto, como por alguma esquerda?
Ou os liberais deste país se cingem ao liberalismo económico - o que é muito pouco Liberal (com maiúsculas) e que, em abono da verdade, eles não praticam- ou a esquerda acredita que na China a exploração do homem pelo homem é coisa do passado - o que não é lá muito lúcido.
Os tipos da lojas chinesas são autênticos embaixadores económicos do expansionismo comercial de um país onde:
*Não há liberdade para os blogues (alguém pensa nisso quando se exprime neste meio?).
*Não há liberdade de Imprensa.
*Não há liberdade de expressão política.
*Não há liberdade religiosa.
*Não há horários de trabalho definidos com rigor (passe o eufemismo...).
*Não é tolerado qualquer tipo de intuito autonómico sério para o Tibete.
*Não há respeito pelos direitos de propriedade industrial.
*Não há respeito pelos direitos de propriedade comercial.
*O Tratado de Kioto não é assinado pela sua diplomacia.
*Há pena de morte.
*Há subnutrição (passe mais este eufemismo...).
*Há sansões humilhantes para os casais que queiram ter mais de um filho.
Valerá a pena dizer mais alguma coisa para podermos todos concluir que a China não é propriamente a Suécia?
Tinha mais uma estratégia do que uma ideia. No fim da sua carreira no seu Curriculum constavam mais de uma centena de cargos importantes.
E pronto.

"Prestem atenção porque só vou fazer isto uma vez"

- Querida, viste a minha camisa-bomba por aí?
Fartos de explicações.
Os nossos leitores bem pensantes que nos desculpem mas já se torna aborrecido ter que ouvir e ler tantas explicações sobre as motivações dos terroristas muçulmanos.
A sério.
Por razões higiénicas esta posta acaba aqui.
Há uns maduros que dizem que acham que ainda é possível impor o Tratado Constitucional do d'Estaing à Europa... por causa do Luxemburgo -essa grande potência.
Ter coragem para brincar apesar de tudo o que se está a passar em Londres, no Reino Unido, na Europa, no Mundo...
Francamente!...
Um blogue de solidariedade com a cidade de Londres.
Pois. Podemos chamar-lhe livre iniciativa, empreendedorismo, capacidade de trabalho... o que quisermos.
A China, entre milhentos, tem um defeito enorme: não é propriamente respeitadora dos direitos dos outros. Nem dos direitos do homem, nem da liberdade religiosa, nem dos direitos de fabrico e imagem... nada.
A China não respeita nada.
A propósito de contrafacção desbragada vale a pena ler este artigo do Figaro.
Via Manuel Azinhal chegámos a este 'gráfico queijo':

1º Inglês (bof...)
2º (desconhecido)
3º Chinês (o Alberto João deve adorado a relativa fraqueza desta língua)
4º Português
5º Francês (adorámos...)
Depois das eleições comunicou a sua ideia ao seus concidadãos:
- E se déssemos todos, ao mesmo tempo e numa hora exacta a combinar, um salto? Han?... Boa? Mas um salto em frente?
Foi a grande confusão.
- Em frente? Mas em frente para aonde?
Após longas discussões no parlamento e na imprensa, nos lares e nos cafés, nas praças e nas praias, a Revolução instaurou-se dois dias depois.
O homem que tinha uma ideia para o país acabou pendurado pelo pescoço numa árvore.
Moral: É no que dão as ideias de merda.
Já era azar!
...mas era uma ideia tão complexa, tão complexa, mas tão complexa, que lhe exigia um esforço mental suplementar. Exigia o máximo de todos os seus neurónios. De todos!
De tal forma que o homem não conseguia apreender mais nenhuma outra ideia:
- Os outros que apreendam outras ideias que para mim esta chega-me muito bem.
Diz a má-língua lá do bairro que este homem morreu estúpido. Nós dizemos que morreu de estúpido. Os amigos dizem que morreu estupidamente. A esposa confidenciava aos presentes (poucos) no velório que a morte era uma estupidez.
Bof!... De qualquer forma vem tudo a dar ao mesmo... ou não é?
O Carlos dá forte e feio neste disparate aqui. Subscrevemos na integra... e, como o eventual link seria transitório transcrevemos, para memória futura, toda a notícia aí abaixo no 'contimue a ler'

Diário do Alentejo, 8/7/2005
Para Vítor Silva, presidente da Região de Turismo da Planície Dourada, o golfe deve ser encarado como aposta turística de futuro. "O nosso turismo é muito baseado no turismo cultural, patrimonial, gastronómico e ambiental. São estes os produtos que constituem a coluna vertebral da nossa oferta turística. No entanto, temos de estar atentos ao futuro e a novos produtos que tenhamos potencialidades para desenvolver e, sem dúvida, o golfe é um deles". O Alentejo representa apenas dois por cento da oferta nacional do sector, o que equivale a um campo de golfe, situado no Norte Alentejano, contra os 42 por cento (30 campos de golfe) situados no Algarve. Um equilíbrio de forças que, defende o responsável, pode vir a ser mais harmonioso.
Portugal é um país "extraordinário" para a prática do golfe, diz Vítor Silva recordando que outras regiões que tradicionalmente não tinham essa prática, como o Oeste, Lisboa ou até mesmo Évora, estão a perceber as "potencialidades climatéricas que permitem que desenvolvamos esse produto". "Nós até temos melhores condições", afirma, fazendo referência à necessidade de articular o produto golfe com o aeroporto de Beja.
De acordo com Vítor Silva, há condições neste momento "para pensar no produto para o Alentejo e esse facto nada tem a ver com a barragem de Alqueva". A questão dos campos de golfe em Alqueva tem sido largamente debatida, e, este ano, com a seca que a região e o país atravessam, a utilização da água e a rega dos campos de golfe voltou a estar na ordem do dia. O presidente da RTPD salienta que "nunca seria a favor de um produto que desviasse água do abastecimento às populações e da agricultura para beneficiar os campos de golfe" e que não vê Alqueva "como um fornecedor de água para os campos de golfe", destacando que, hoje, a tecnologia de rega dos campos de golfe utiliza águas residuais das estações de tratamento, mas o certo é que a água reciclada apenas é utilizada num único campo de golfe, quando em Portugal existem mais de 50.
Segundo Vítor Silva e, apesar de Alqueva não constituir a única zona com condições para receber campos de golfe, "é importante porque vai atrair investimento e, tendencialmente, vai concentrar um maior número de turistas". A localização dos campos de golfe deve ser estudada e a eles devem ser associados outros projectos, tais como, defende, o aeroporto de Beja e infra-estruturas imobiliárias. Para o responsável "também não faz sentido construir um só campo de golfe. É necessário construir logo dois ou três, porque os jogadores gostam de saltar de um campo para o outro e eles têm de estar relativamente próximos e com um aeroporto a funcionar".
De acordo com o Instituto de Comércio Externo de Portugal (ICEP), o "produto" golfe só é considerado quando temos "um núcleo turístico com oferta de hotéis, restauração e animação, com cerca de três a cinco campos de golfe num raio de 50 quilómetros. Temos assim um produto que integra sim o green fee, mas também serviços de transporte aéreo, rent-a-car, alojamento, restauração e animação".
O "produto" golfe no Alentejo tem ainda um longo caminho a percorrer e atravessa "um certo preconceito ideológico que considera o golfe como um desporto para ricos", observa o responsável. No desbravar desse caminho, garante Vítor Silva, "existem vários projectos e alguns já deram entrada nas autarquias para pedir pareceres prévios". Quanto à sua localização, adianta, "dois deles nem têm nada a ver com Alqueva".
Aproveitar as águas residuais
De um modo geral, as necessidades de água para a rega de um campo de golfe com 18 buracos, no sul de Portugal, ascendem de 200 a 250 mil metros cúbicos/ano, com valores de ponta mensais que, nos meses de Julho e Agosto, podem variar entre os 55 e os 60 mil metros cúbicos/mês. A maioria dos campos utiliza sistemas computadorizados de rega que não permitem o desperdício, mas o aproveitamento de água reciclada para a rega dos campos tem de ser, num futuro próximo, uma prática obrigatória, defende a Federação Portuguesa de Golfe (em algumas zonas dos Estados Unidos, como na Califórnia, onde a escassez de água assume proporções preocupantes, a reutilização de águas residuais é um requisito essencial para a construção de campos de golfe). Actualmente, apenas um campo de golfe, nos Salgados (Algarve), está a utilizar água tratada nas ETARs para rega. Susana Silva, do núcleo de ecologia da Federação de Golfe, defende que esta tem de ser a tecnologia a seguir nos campos que vierem a ser construídos de raiz, relembrando a "forte especulação aí em Beja com Alqueva".
Custos muito acrescidos e o facto de muitas ETAR municipais ainda não estarem preparadas para fazer o sistema de tratamento da água completo, que é fundamental para usar água para rega, são problemas que se levantam.
Texto: Sandra Serra Foto: José Ferrolho
Giannelli in: Corriere della Sera
Foi então que descobriu que ter uma ideia sobre a melhor forma de fazer ovos mexidos podia não ser sufiente para assumir a gestão de uma autarquia com 500 000 habitantes. Foi muito aborrecido.
Danny Shanahan
-Maldito pulha, brincar contigo como se fosses uma playstation!...
Danny Shanahan
Esperamos muito sinceramente que o prezado leitor não tenha vindo aqui na esperança de um momento catártico e humilhante... Isto aqui ainda não anda tudo nú!... Pois!... O respeitinho (e outras coisas mais) é uma coisa muito bonita.
Seus cuscus...
O Professor definiu o ataque terrorista que se abateu sobre Londres -as palavras talvez não tenham sido bem estas- como um ataque não ideológico porque vitimou pessoas das classes mais baixas da sociedade londrina que, ainda por cima, se faziam acompanhar pelos filhos.
Pertinente! Deixa de haver, nesta perspectiva, o Terrorismo -expressão vaga e inexacta. O Professor, entusiasmado com este raciocínio inebriante e 'todo modernaço', separa o terrorismo brutal, o terrorismo 'outro' do terrorismo compreensível, do terrorismo mais ideológico.
Concretizemos o raciocínio magistral nestes exemplos:
Um ataque a um autocarro nos subúrbios de Joanesburgo: terrorismo 'outro'.
Ataque a uma ourivesaria em Oxford Street: terrorismo ideológico.
Ataque ao Casino do Mónaco: terrorismo ideológico.
Ataque à bomba aos assistentes de um treino com bola do Benfica: terorismo 'outro'.
Ficámos esmagados com a sapiencia do nosso ministro dos Negócios Estrangeiros. Que clarividencia, que deduções, que ...
Adiante. Recordemos o 11/9 à luz desta novel teoria explicativa.
Caso 1:
Os aviões que destruiram as torres gémeas e mataram essencialmente pessoas da classes média e média baixa.
Enquadramento Freitista:
-Claríssimo ataque terrorista 'outro'.
Caso 2:
O avião que se abateu sobre o Pentágono.
Enquadramento Freitista:
-Este terrorismo já pode ser considerado ideológico... se partirmos do princípio nada improvável de que alguns generais pertencem à pequena ou à média burguesias americanas e que alguns deles até estão -ouro sobre azul!- ligados à alta finança.
O desenvolvimento desta teoria, levada às suas últimas consequências, pode permitir dois caminhos tâo interessantes quanto potencialmente néscios.
1º Não se permite, sob qualquer pretexto, o terrorismo 'outro'; por outro lado combate-se o terrorismo ideológico compreendendo-o, aceitando-o e atirando panfletos e rações da ONU (sem vestígios de carne de porco nem de carnes mal sangradas)às populações de onde os terroristas são originários.
2º Pune-se duramente os terroristas outros (desde que não se apresentem em tribunal muito desfeitos) e julga-se o terrorismo ideológico levando em conta todas as atenuantes e todas as possíveis justificações para os actos cometidos.
Mas voltemos ao 11/9. Neste dia, como vimos já, planearam-se e perpetraram-se vários ataques que podem ser enquadrados nos dois tipos de terrorismo já descritos. Bicudo, este caso!...
Em tribunal, num caso assim, a acusação procuraria integrar o acto num contexto 'outro' enquanto a defesa procuraria enquadrar as violências realizadas num enquadramento ideológico?
Vai-se longe, vai-se...
Danny Shanahan
-Ah! é você Stevens. Sente-se à sua vontade.
Danny Shanahan
-Agora já me lembro!... Já sei porque é que não gosto da praia...
- As boas ideias são assim: intemporais! - Sorriu e continuou satisfeito, bebericando o seu uísque na pequena pausa de repouso que a campanha lhe permitia.
Aquela do 'intemporal' tinha sido brilhante... outra ideia intemporal sua para valorizar as suas ideias temporalmente datadas.
'O tempora, o mores'! É verdade: o tempo não morre... pensou, de si para si, num momento de relaxada mas muito inteligente introspecção.
'O Bucintoro [já quase, quase, quase, mesmo quase] no Molo'; (Giovanni Antonio Canal)Canaletto
Uma boa notícia: ao contrário do que, confessamo-lo, pensávamos maldosamente -e como é apanágio de qualquer 'bom portuga'- o dinheiro reverte para a Fundação que este milionário luso deixou ao cuidado da conhecida Leonor Beleza e não para algum herdeiro mais estouvado.
Outra boa notícia: esta venda bateu largamente o valor obtido por um quadro deste pintor em 1992 vendido por 9.200.000 de Libras (13.000.000 de Euros +/-).
Do mal, o menos...
Mais informações aqui. (Site temporário)
'O Bucintoro regressa ao Molo no Dia da Ascensão'; Canaletto, c. 1730
Este pintor do século XVIII pintou basicamente o Grande Canal de Veneza (com, ou sem, Bucintoro) e, mais para o fim dos seus dias, passou por Londres e pintou-a muitas e repetidas vezes. Tinha, pode dizer-se, uma atracção especial por barcos, rios e, especialmente, canais. Era doidinho por canais! Daí o Canaletto...
O quadro hoje vendido em Londres da, agora extinta, Colecção Champalimaud, era um destes quadros do Canaletto, muito semelhante ao mostrado acima, mas com o canal veneziano visto de outro ângulo, com as velas noutra posição... completamente diferente. Pronto.
Pá! 17 milhões de Euros ainda são três milhões e quatrocentos mil contos!!
O quadro até é jeitoso, e tal... Mas 17.000.000 de Euros!!!... Ganhamos pouco... é o que é.
O prezado leitor já reparou que todos os ministérios estão a reduzir o número destes profissionais ao seu serviço? Pois, pois...
'Cavaleiro Fumador'; Herbert Bayer, 1930
No Mónaco, pelo menos, não chegam... Era o que mais faltava!... Credo. Pois!... e com carapinha, ainda por cima...
A notícia, entre generalidades, 'descobriu' um hospital mandado construir por um dos Médicis, cinco vezes centenário, onde quase 1 em cada três bebés nascidos é de origem chinesa...
O Senhor Primeiro Ministro informou a Nação que os mil e tal empregos já distribuídos estavam sujeitos à seguinte lógica:
1.- Cento e tal tipos, porque sim.
2.- 800 tipos, porque eram necessários assessores de confiança para os senhores ministros e secretários de estado e subsecretários de estado...
Resumindo: o Zé vota no seu deputado e elege mais tipos qu'ás mães!...
Tá menito, tá...
Danny Shanahan
- Como é que soubeste que eu sou de Nova Iorque?
1.- Os franciús não nos enganam... condecoraram a Lídia Jorge e mais dois tipos e nós, papalvos, no mesmo dia, comprámos-lhes o TGV...
2.- A Lídia, na 'dois', faz a apologia do governo e do bom gosto francês. Enquanto isso, entram em Portugal umas chapitas de bronze e saiem uns milhões de euros com destino à França.
3.- O Guedes 'el compromiso Portugál' também gostou muito deste negócio, bem como o sacrificado e quase indigente, Mira Amaral. O que não é nada bom... (Em nós começa a ser visceral: o que interessa a estes dois senhores não interessa à rapaziada da rua em que vivemos. Então e agora? Cá coisas...)
4.- Para compor este esmagador ramalhete, os Champalimauds vendem a sua herança em obras de arte em Londres para investir sabe-se lá onde. Desconfiamos, de qualquer forma, que não se dispõem a aproveitar as empresas instantâneas que o Governo vai regulamentar...

A Planície agradece à SNCF a amabilidade de nos enviar esta imagem do TGV que há-de atravessar a nossa peneplanície já pintadinho com as cores cá do nosso blogue.
Um embevecido (e algo babado) agradecimento, pois.
Pronto! Uf!
Afinal sempre se vai fazer o TGV. Já (iupiiii!) podemos ir a Madrid a ler a LUX sentadinhos e descansados como nos filmes dos gaijos ricaços dos países ricos. Nem podemos esperar pela hora!...
Jorge, pá!, agora só te pediamos uma coisita mais: Um ramalzito até à nossa porta. Vê lá isso pá. Han?!... Obrigado, pá!
P.S.:A malta depois manda-te a morada e um croquis de localização. Se quiseres até te dizemos as ruas onde não se justificam quaisquer ramais de acesso por a vizinhança de lá não votar em ti. Um abraço pá!
Sim, sim, sim!... Sabemos que as crises têm sempre um lado bom. Um lado mais reflexivo, mais analítico, mais catártico, e tal...
O.K!...
Mas, oh pá!... se não vamos aos estádios, se não vamos fazer vela no Alqueva e gostamos de viajar... Bolas! Tinham mesmo que pensar em tomar juízo antes do TGV estar feito?
Não é justo! Não é mesmo nada justo!...
Vê lá isso oh grande Jorge Coelho!...
Jorge, acreditamos em ti pá!... Han?!...
Danny Shanahan
- Não se devia relaxar assim tanto...
que afinal a Comissão Constâncio se enganou nuns sinais, e tal... e as parangonas dos jornais 'gritar-nos-ão' pela manhã:
"PORTUGAL TEM FORTE SUPERAVIT DE 6,56 nas suas contas correntes.
-Oposição critica investimentos perdidos."
Tshh... isso é que era!...
Chirac A única coisa que os ingleses deram à agricultura europeia foram as vacas loucas.
Chirac [Ainda sobre os ingleses] Não se pode confiar em pessoas que cozinham tão mal. A seguir à Finlândia [a Inglaterra] é o país europeu onde mais mal se come.
Chirac [A propósito de uma refeição oferecida pelo Robertson há uns tempos] As nossas dificuldades com a Nato advêm daí.
Putin Ah, estes franceses!
Schröder Pois, os franceses são assim... Na União Europeia estão sempre a fazer compromissos com o meu dinheiro.
Chirac Vou buscar o dinheiro onde ele está.
Aqui para nós: o Chirac é de facto um 'pintas'!
Fonte: Libération
PATER, Jean Baptiste Joseph; 'The Chinese Hunt', 1736
Pode não ser o momento político mais adequado para o dizer: mas os Chineses são mais caçadores que presas nestes últimos tempos... Isto apesar dos discursos alucinados do castiço da Madeira.
Está o prezado leitor a perceber a nossa ideia quando espetámos aqui este quadreco? Pois...
Só não gostamos é da perspectiva de poder vir a morar ao pé do ralo que há-de dar escoamento à imensa água de lavagem que se deve produzir.
Danny Shanahan
- Acreditem em mim: vocês estão mais que preparados!
Ouvimos esta a um tipo, noutra mesa, num restaurante da Lagoa (terra onde, diga-se, se come muito bem) há umas semanas atrás:
- Um espanhol meu amigo diz-me sempre que vencemos a única batalha que devíamos ter perdido...
Ele há 'p'raí' espanhóis 'muita' tramados... Há, ou não há? Han?
Cáspite!!
Danny Shanahan
(Sem mais comentários)
Bolas, somos um povo que merece mesmo uma democracia!
...Pelo menos a acreditar naquela rapaziada que diz que somos um povo sábio... e tal.
Danny Shanahan
-Não te esqueças meu filho: nunca é muito cedo para começar a pensar na nossa reforma.
Danny Shanahan
-É definitivamente um acidente de trabalho.
Anda toda a gente preocupada com o erro da 'Comissão Constâncio'. Achamos mal, pá!
Se em vez de 6,83 o défice previsto é de 6,72%, isso são boas notícias.
Ou não? Han?
Depois de arranjar as 10 000 assinaturas e esquecido da sua ideia, o homem não se atrapalhou: fez campanha com a ideia do candidato adversário.
Tramou-o.
Vale a pena analisar as últimas postas do Barnabé. Ao lê-las percebemos mais claramente a índole controleira, mesquinha e intolerante da rapaziada do Bloco.
O discurso 'políticamente correcto' sempre nos soou a oco... Qualquer que seja a boca que o pronuncie.

-Andei, andei, dei todos os pretextos ao Sócrates para me tramar... Quem me manda a mim atirar para o ar com estes números 'macacos'? 6,83%!... Cáspite!