novembro 22, 2006

Dólares

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    Estão para sair com uma cadencia semestral as novas moedas de um dólar. Nas cara destas novas emissões surgirão os primeiros quatro presidentes dos 'States'. Na coroa, a estátua da Liberdade.
   Nestas emissões que tenderão a substituir os dólares em papel moeda não se fala cá em 'In god we trust', nem nada disso... Será pela vitória dos democratas nas últimas eleições ou para evitar mais acusações de fundamentalismo religioso por parte desse grande republicano, laico e socialista que quis ser presidente da república portuguesa?
Publicado por Francisco Nunes em novembro 22, 2006 09:47 AM
Comentários

Caro Francisco Nunes,
Devia estar distraído quando afirma que nas novas moedas "...não se fala cá em 'In god we trust', nem nada disso...".
Repare bem que na imagem inferior da moeda (de perfil, ao baixo) pode lêr-se perfeitamente a secular inscrição á direita de "e pluribus unum".
É que, ao contrário do que sucede no pseudo panfleto que dá pelo nome de "Constituição Europeia", e ao contrário da Europa, dos políticos europeus, e dos cidadãos europeus, que ao consenti-lo são seus cúmplices,na América, os americanos não renegam as origens cristãs da sua cultura. É por isso que enquanto a Europa submerge infestada de párias,e de infiéis, que de todo o mundo aqui vem instalar-se, (clamando e exigindo fazer aqui o que não consentem que os cristãos/europeus façam na terra deles)a América continuará a ser uma Grande Nação, bastião na defesa do nosso legado civilizacional.

Afixado por: FRANCISCO MAGALHÃES em agosto 26, 2009 12:55 PM

Caro Francisco

Ainda a autoridade

A autoridade não tem, na minha perspectiva, vontade própria, logo não se pode impor. Ela depende da capacidade de fazer acreditar, a quem não a tem, da necessidade da sua existência, independentemente das diferentes formas que possa assumir. Sem crença, não há autoridade!

As grandes convulsões ao nível dos paradigmas de poder vigentes iniciaram-se, precisamente, “nas escolas”, porque são os jovens quem, naturalmente e intuitivamente, se apercebem do “acomodamento” a que a crença na autoridade obriga.

Estes fenómenos exacerbam-se quando, em determinadas alturas históricas, “o poder pelas pessoas” é fraco e o “poder pelo poder” é forte, bem como, nos períodos em que a hierarquização social, em que a escola tem um papel crucial, é demasiado rígida. Parece-me que estamos, apesar do "pouco estardalhaço", a viver um desses momentos históricos - uma espécie de "crise abafada".

Nesta perspectiva, concordo consigo quando diz que existe uma crise “de autoridade”, logo, “crise no poder”, mas, não posso concordar quando dá a entender que essa crise é necessariamente negativa em termos de evolução social, apesar das suas consequências imediatas o poderem ser.

Não podemos dizer que a coisa está mal… mal… mal, e, simultaneamente, ser pouco compreensivos relativamente a quem - neste caso os jovens - desafia abertamente os símbolos do poder decrépito - neste caso a escola.

Bullying à parte, prefiro ser optimista!

Outro abraço


Afixado por: pontapé na lógica em novembro 22, 2006 08:15 PM
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