Um tipo até pode compreender que o Aristides pagasse por não cumprir as ordens das suas chefias e do seu Presidente do Conselho em pleno conflito. Até podemos achar que o interesse nacional deve ser um vector determinante para quem tem uma carreira diplomática.
Mas, que diabo! já é muito difícil aceitar que um regime que tinha 'Deus, Pátria e Família' como lema, atirasse um pai para a miséria por ter agido de acordo com a sua consciência...
Fica-nos a lição: é preciso desconfiar de todos os políticos que atribuem grande importância à família nos seus discursos; muitas vezes ouvimos família quando estes, na verdade, pronunciam famiglia.
Publicado por Francisco Nunes em fevereiro 15, 2007 08:32 AM | TrackBack