abril 10, 2008

Ensino, morto pela paixão.

         O Ensino está moribundo.
         Um sintoma deste diagnóstico? Fácil: Os professores aqui da Planície encaravam, anos atrás, a reforma como uma maldição; agora, os professores anseiam pela reforma e muitos, de muito bom grado, se sujeitam à pré-reforma.
        Quanto aos mais novos, o entusiamo pelo trabalho não é muito superior aquele que uma sopa de abóbora desperta entre os miúdos de um infantário. Para quem é pai, para quem pensa no futuro desta magnífica república, isto é preocupante.
        Para os comentadeiros do costume isto será nada ou, no máximo, um óptimo pretexto para mais uma croniqueta eivada de imprecisões e de disparates. É assim... 
Publicado por Francisco Nunes em abril 10, 2008 08:34 PM | TrackBack
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