Anda meio mundo preocupado com o Freeport, com as comissões, com os pareceres, com o prazos, com os politiqueiros arrivistas, com corruptos e com corruptores. Um fado!
Tendo em atenção o nível de proficiência da nossa Justiça, está evidente o risco de não se apurar nada, de nada ser convenientemente julgado, de mais uma vez o bandido levar para a sua toca uma rapariga loura chamada Comissão. A vingança virá por vias ínvias: o Freeport é um fracasso. Toma!
A verdade, entretanto, entra-nos pelos olhos adentro. A verdade, neste caso ainda mais triste, chama-se Magalhães. Sem qualquer concurso, os politiqueiros cá do sítio adquiriram uns computadores manhosos chamados Magalhães a uma empresa portuguesa que, encapotando uns Intéis de azul, promove a fraude de se proclamar uma fábrica de computadores nacionais. Nacional, no caso exposto, só o processo, apenas o embuste.
Esta empresa que não teve que se submeter a qualquer concurso -maçadas!- viu a sua facturação subir 13 vezes, 13! Alguém se espantou com esse facto comunicado há uns dias? Não! Claro que não... Nem os ciganitos, que, ingénuos amadores nestes meios manhosos lá vão depachando os Magalhães que lhes calharam na rifa, via rebentos, a 20€. As borras deste negócio, pois claro...
Os ciganitos, está bom de ver, são sempre os mesmos...
Publicado por Francisco Nunes em janeiro 26, 2009 06:07 PM
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