janeiro 27, 2009

Sócrates Pinto de Sousa, Zé

          O Zé é um homem de família. Aqui na Planície até achamos isso muito bem, muito tuga, muito mediterrânico, muito como assim é que deve de ser. De modos que não percebemos a aflição do Silva Pereira (um frouxo do caneco em relação a estas coisas do pessoal de província e do Portugal mais achegado às berças, às coisas, às raízes).
           Acamodos que berramos c'os gasganetes aos saltos 'Força Zé! Vai!' e não te esqueças que há fortes possibilidades de termos um antepassado (ou mais) em comum e, anda, anda, ainda somos de família.
     Abraço, pois, portanto, oh primo! e coiso e tal...

 

P.S.: Depois logo dizemos qualquer coisa que andamos para te dizer aí há uns tempos e que até por acaso dava-nos jeito que fosse -se não fosse grande incómodo- resolvido sem levantar conversas parvas dos invejosos aqui da rua, que um até tem o filho preso por causa da droga e a outra, a côxa, tem uma filha que anda com um homem casado mas que diz que não se importa porque a vizinha de cima, que não é nenhuma santa, até já lhe disse... Bom, Beijos também aos tios e aos pais. Não te esqueças que daqui por um mês já não podes matar os porcos porque senão as linguiças não saiem como deve de ser, e a vida não está para um gaijo se descuidar com despesas porque não sabemos o dia de amanhã nem o que está para vir a seguir ao dia de depois de amanhã. Agora é que é! Um abraço. Ah, antes que esqueça, a sofia já rranjou trabalho, agora o Carlos anda aíàs cabeçadas, se soubereslguma coisa diz. Ants que pasase: um abraço també ao mano. Coitado! lá se endreitou... depois falamos...

Publicado por Francisco Nunes em janeiro 27, 2009 12:41 AM | TrackBack
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