Seria de esperar que o Governador do Banco de Portugal viesse falar do que está a fazer para corrigir as falhas de supervisão de que tem vindo a ser insistentemente acusado.
Poderia vir dizer-nos que o Banco de Portugal vai deixar de ser uma entidade que emprega centenas de pessoas, que até são espectaculares e bons compinchas, mas que não têm competências profissionais que lhes permitam fazer um trabalho inspectivo eficiente.
Poderia acabar com os rumores insistentes que referem que os técnicos habilitados para esse trabalho não chegam a uma centena e garantir-nos que os concursos para a admissão de pessoal especializado vão deixar de ser vergonhosamente personalizados...