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Afixado por boris em outubro 14, 2009 02:49 PMcomment6 most popular online travel agencies
Afixado por kudrjash666 em setembro 24, 2009 01:20 AMcomment2 rotary valve for liquid filler
Afixado por chake em setembro 15, 2009 07:29 PMCaro Veliberalino,
não é essa a questão de fundo... A questão de fundo são os nacionalismos, digamos assim, histéricos. Não se esqueça que aqui na Planície somos mais aparentados com os extremenhos. Os alentejanos e os beirões de Idanha e Castelo Branco podem, desta forma, estar a favor do nacionalismo extremenho (que, embrionariamente, também existe) e querer caminhar lado a lado com a Extremadura? Mas caminhar até onde?!
E os algarvios?... Poderão querer caminhar com os andaluzes?... E os transmontanos? E os beirões da Guarda e Castelo Rodrigo? E...
Um abraço,
Francisco Nunes
Há imensas afinidades, de ordem étnica e cultural(histórica, linguística, religiosa, etc.), entre galegos e portugueses.
Não percebo porque é que os dois povos não poderão estabelecer laços fraternos entre si.
O galego não existe? Acho que sim! A prova é que nos entendemos muito bem falando a mesma língua.
Aliás, eu entendo melhor os galegos do que certos compatriotas dos Açores, por exemplo.
Já agora, amigo Suso, os parágrafos que quis centrais desta posta foram estes:
"Esteja o amigo leitor descansado que já dizemos ao que vimos:
Revolta-nos o apoio que em Portugal alguma direita, com um sentido de estado mais que suspeito, dá à 'causa galega'. Revolta-nos o apoio que alguma esquerda bem-pensante guarda face aos terroristas bascos. Inquieta-nos a alegre esperança de alguns masoquistas que não se apercebem que a infelizmente possível implosão de Espanha nos irá tornar ainda mais periféricos face à Europa.
Cansados! Estamos cansados de assistir aos regionalismos arranjados 'à pressão' neste pobre país."
Perceba que, concordando ou não, os nacionalismos galego, basco ou catalão, são um assunto interno de Espanha. O que me preocupa e, de certa forma, revolta, é a ingenuidade de muitos portugueses quanto à forma de agir face às realidades espanholas.
Um abraço,
Francisco Nunes
Amigo Suso,
este texto é para consumo interno.
Para ser honesto, devo dizer que não tenho nada contra os espanhóis. Sempre me senti bem no vosso imenso país que, aliás, tenho a pretensão de pensar que conheço relativamente bem. Quanto ao Galego, ao que sei -bem pouco, por sinal...- penso que ainda não é uma língua devidamente uniformizada (corrija-me se minto). Não há muitas obras em Galego e a sua oralidade altera-se fortemente em função das zonas geográficas em que é falado e dos círculos sociais e/ou culturais em que é utilizado.
Enquanto português sinto preocupantes pulsões iberistas e/ou centralizadoras desse lado da fronteira. Aos portugueses, logicamente, nenhuma dessas pulsões interessa muito...
Saúde e sorte para si e para todos os seus...
Um abraço, Francisco Nunes
Isto que estou a escribir é galego. E aínda que voçé non queira na Galiza o galego exsite e resite. Temos o mesmo dereito que calquera outro pobo a existir. Os Portugueses non deberían ter nada en contra da reivindicación nacional da Galiza porque os galegos nada temos, máis ben ao contrario, contra Portugal. Para nós, os nacionalistas galegos, Portugal é país viciño e irmao co que queremos camiñar en pé de igualdade.
Boandanza e saúde, irmao protugués.