Hoje de manhã passei aqui, numa fugida, e assustei-me. A página de abertura estava em branco.Em busca do último texto apraceu-me um do dia vinte e tal de Julho. Pensei, será que passou por aqui alguma virose? Agora tudo parece normal, felizmente. As histórias do Alentejo continuam a ocupar este lugar, e ainda bem.....
Afixado por vmar em agosto 10, 2004 06:14 PMMais uma achega... Na verdade, era urgente preservar/musealizar (quando dizemos isto obviamente que falamos de história e de património) algumas profissões rurais e antigos saberes ligados à terra. O ferreiro e o abegão, por exemplo, visitando uma forja uma abegoaria e ouvindo mestres nestas artes. Eu sei que isto pode parecer disparate, mas não é; vamos imaginar que era possível “reconstruir” numa herdade com valências no turismo rural “aproveitando”/recriando antigos saberes e profissões, a saber, Francisco: - o porqueiro, observando as varas de porco preto no montado alimentado-se com bolota, visitar o antigo cabanão e malhadas onde as porcas alimentam as crias. O tirador de cortiça, percorrendo o montado (onde em Junho se ouvia/ouve o som da machada no tronco do sobreiro). O caeireiro cuidando no sopé de um outeiro um forno de cal. Alfaias agrícolas e antigas máquinas expostas ou em utilização na herdade que nos podiam reportar aos tempos em que a vida no campo se organizava em torno do ciclo do cereal. Francisco, olhe que isto não é muito descabido e uma vez que levantou a lebre...
Um abraço
Alves Caeiro