Na casa do meu avô havia coleiras dessas. Não fiz por elas em bom tempo, agora, azar!
Contava-me ele que quando os rafeiros pressentiam os lobos, vinham ao monte, e só paravam de ladrar quando lhe metiam as coleiras. Abalavam então novamente para junto das ovelhas.
Ignorância meu caro Francisco desses pseudo-defensores da natureza que desconhecem. Mas também já há muito que ninguém os leva a sério.
Afixado por congeminações em agosto 11, 2004 05:34 PM Prezado amigo Francisco, este comentário também tem a ver com os "posts" anteriores, de facto até arrepia quando esses pseudo(s) qualquer coisa falam sobre assuntos como se estivessem a falar dos adereços "Kitchs" domésticos, contudo, são eles que fazem opinião... Sobre as "nossas coisas" telúricas apenas para dizer (reproduzindo as palavras de Prado Coelho)que a paisagem é um valor cultural. É património. É memória do olhar. É prazer dos olhos. A paisagem é o que deve resistir a uma sociedade de mercado. A paisagem é um valor que se opõe ao espírito utilitarista.
Um abraço.
Alves Caeiro