Caro Francismo
Toda esta história parece-me um sonho hitleriano delirante: Campos verdejantes ao estilo Baviera; carros alemães e raparigas flavas. Mas que mente perversa está por trás de semelhante plano maquiavélico??? Até parece que já vejo: alentejanos de patilhas longas ao volante de Ferraris F40, a perseguirem raparigas loiras, altas e espadaúdas pelos campos verdejantes do Alentejo.
Afixado por PONTAPÉ NA LÓGICA em junho 7, 2006 02:53 PMCaro Francisco, e que tal um banco situado num paraíso fiscal (alentejano)para financiar tudo isso. Imagine o que seria tornar as "Ilhas" do Alqueva (p.ex. em frente a Monsaraz...) em centros financeiros de OFFSHORE, ou seja, num centro de capital volátil (cabeças de ponte offshore da evasão fiscal).Isto permitiria aos "Calimeros" dos pseudo-investidores internos globalizarem as suas operações através da montagem de filiais offshore estilo Enron nas Ilhas Cayman, nas Índias Ocidentais Holandesas ou em alguma pequena e agora famosa ilha do Pacífico à sua escolha. E esta! O problema é se os gajos levavam mesmo a sério a "lavagem do dinheiro" - lá ficava a água do Alqueva mais poluída - outro problema acrescido!
Agora a sério - a panaceia de tudo isto é que, como mostra a história, tanta "esperteza" e tanto "investimento" pode ter efeito contrário.
Afixado por Albardeiro em junho 6, 2006 11:54 PM
E o tapete verdejante se estenderá na Planície Alentejana, rasgando horizontes de luxo rumo à fronteira, onde a troca de Oliveiras se vem fazendo já, não que da água haja mingua, mas a fartura ardente de negociatas (inveja de ciganos) os belos frutos trocará pelo sabujo “Aceite” e o esplendoroso roncar não de tractores mas de bestas lustrosas
Afixado por jgonçalves em junho 6, 2006 10:21 PM