Estado de Nova Iorque proíbe discriminação contra homossexuais
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(Nova Iorque, 13-12-2002) Alinhando o seu discurso com o de outras organizações de psicólogos e de médicos, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) tornou pública, na sexta-feira, uma declaração em que apoia o direito dos casais de gays e lésbicas a adoptarem crianças.
«A APA manifesta o seu apoio a medidas que permitam aos casais de pessoas do mesmo sexo a adopção de crianças e apoia a concessão de todos os direitos, benefícios e responsabilidades decorrentes da adopção que decorram de tais medidas», lê-se na declaração divulgada pela organização.
Esta tomada de posição surge na sequência de uma declaração da APA, divulgada em 2000, em que se apoia o reconhecimento legal das uniões de pessoas do mesmo sexo.
«Investigações realizadas nos últimos 30 anos demonstram, de forma consistente, que as crianças criadas por pais homossexuais têm o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual que as crianças criadas por pais heterossexuais», disse a APA.
A APA cita estudos que demonstraram repetidamente que são o afecto e o empenho dos pais -- e não a orientação sexual -- que constituem os factores decisivos para que as crianças cresçam e se tornem adultos estáveis e saudáveis.
«Embora alguns estados tenham aprovado legislação que permite a co-adopção», lê-se na declaração, «outras decisões judiciais e legislação proíbem as mulheres lésbicas e os homens homossexuais de adoptarem ou co-adoptarem».
Com a adopção por ambos os membros do casal, as «crianças podem beneficiar dos sistemas de assistência na doença de ambos os pais, do acesso a cuidados de saúde, a prestações por morte, de direitos sucessórios e do direito a receberem alimentos de ambos os pais em caso de separação»
A APA junta-se assim à Academia Americana de Pediatras, à Associação Americana de Psiquiatras Infantis e Juvenis e à Associação Americana de Médicos de Família na defesa do direito dos homossexuais a adoptarem.
Afixado por RORTY em fevereiro 26, 2004 11:19 AMMesmo que Villas-Boas não tenha emitido a sua opinião da forma mais feliz, tem direito a ela. Penso que a contestação pelo moviento gay tem mais a ver com reividicações de grupo perante a sociedade do que com estas afirmações que apenas serviram de pretexto para o movimento ser notícia.
Afixado por vmar em fevereiro 20, 2004 11:58 PMConcordo inteiramente com o comentário anterior.
E acrescento Villas-Boas através da sua obra defende uma boa causa e até pode servir de exemplo. Não me parece que a homossexualidade sirva para exemplo do que quer que seja.
Estes grupos de pressão de homossexuais até deveriam estar agradecidos ao Villas-Boas, pois graças à sua frontalidade tiveram direito a algum tempo de antena...
Mas, acho que o melhor é não ligar muito às vitimizações e caprichos destas pessoas que se assumem como diferentes, mas que exigem ser tratados como iguais em aspectos que lhes convém...
Eles que respeitem a sociedade em que vivemos.