Conheço mal Noam Chomsky, e quanto à corrente de filosofia alemã e francesa conhecida por "teoria critíca", não conheço rigorosamente nada (e não estou nada preocupado com isso).
Para sentir o respirar da consciência humana que em mim palpita, e desejar interrogar-me até que o pensamento me doa, dispenso influências de limpidez duvidosa (da mesma maneira que evito matar a sede com água turva).
Procurar e partilhar conhecimento, estar atento aos problemas (dúvidas, incoerências, atrocidades, etc...) contemporâneos, e sentir necessidade de aprofundar e tornar mais intelígivel a realidade que me rodeia, é para mim fundamental.
A literatura, a filosofia, a poesia, a música (enfim a cultura e a arte) fazem parte do jardim que tento cultivar com carinho e dedicação, e gosto de ter um sacho à mão sempre que um amigo oferece uma nova planta, ou um desconhecido sugere algo de interessante. Mantenho o jardim vigiado, e procuro estar atento a eventuais infestações, para além disso, tento compreender as incompatibilidades inatas ou adquiridas que por vezes surgem exactamente em espécies insuspeitáveis. Sempre que se torna necessário substituo algumas espécies, replanto outras que apresentam problemas de sobrevivência, e por aí fora, de maneira a que o jardim vá ficando mais belo ao meu olhar e se possível encantador ao olhar alheio.
Que mais posso eu acrescentar?
É com prazer crescente que leio as postas e sugestões do Francisco, e se não comento com maior assiduidade, isso deve-se à mania perfeccionista que me obriga a gastar muito tempo para construir uma simples frase, que ainda por cima muitas vezes não passa de uma lástima.(pode crer que tento o meu melhor)
Um abraço
Rodrigo Ribeiro
Afixado por Rodrigo Ribeiro em fevereiro 29, 2004 07:44 PMO Francisco hoje conseguiu ler a minha entrada, antes de eu a considerar pronta (costumo editar a entrada porque gosto de ler a mesma no formato final, e aproveito para corrigir alguns erros mais flagrantes).
Ainda que tenha lido o seu texto, comentá-lo-ei mais tarde.
Um abraço
Rodrigo Ribeiro
Afixado por Rodrigo Ribeiro em fevereiro 25, 2004 11:38 PMSem desmerecimento da sabedoria Carrilhana, ocorre-nos que o mesmo brilharia se porventura
enveredasse por uma carreira de delegado de propaganda médica. É que a alguns dos que andam
na actividade, já lhes começa a faltar algum poder de argumentação e possívelmente o dito filósofo convenceria mais fácilmente um clínico
mais renitente na sua opção farmacológica.