O problema quanto a mim é sempre o mesmo, distrair o homem comum, atiçá-lo contra um inimigo imaginário ou real.
Assim consegue-se manipular melhor os concidadãos , dividi-los, deixa-los na dúvida, seduzi-los para a esfera dos interesses obscuros. Dissolvem-se as energias criativas e desperdiça-se a vida gravitando em torno de mentiras e falsas morais, ao serviço de interesses desastrosos para a humanidade no seu comjunto.
Um abraço
Rodrigo Ribeiro
Afixado por Rodrigo Ribeiro em março 31, 2004 08:48 AMJá li.
Devoro todos os seus livros.
um abraço,
Francisco Nunes
P.S. O Amin Malouf, no Samarcanda, cede um pouco aquilo que se conta de fantasioso sobre esta seita...
Afixado por Planície Heróica em março 30, 2004 01:09 AMCompadre Francisco,
Também gosto de dar fé desta rapaziada da antiga Pérsia. Do temível Hassan Sabbah, fundador e chefão dos temíveis Assassinos. Contemporâneos, sim pode-se dizer, do poeta Omar Khayyam. Daí não deixe de ler o .Samarcanda. do Amin Maalouf.
Quanto às comunidades urbanas, o compadre anda atazanado! Óh homem quais comunidades urbanas? Esta porra são 2 cidades a bem dizer e o resto são vilas, aldeias e campo cada vez mais deserto. Deixe-os poisar compadre, deixe-os poisar!
Afixado por Isidoro de Machede em março 30, 2004 01:03 AM...e por facilitismo...
Um abraço,
Francisco Nunes
As questões da religião islâmica e do terrorismo são muito mais complexas do que parece à primeira vista.
Por ignorância, ou por outros interesses, normalmente mete-se tudo no mesmo saco.